OS NOVOS IMORTAIS ELEITOS
NA
ACADEMIA MASSAPEENSE DE LETRAS E ARTE
Os novos imortais são ocupantes das Cadeiras
da Academia Massapeense de Letras. Com os votos possíveis, os
membros foram eleitos, em sessão hibrida, realizada no dia 25 deste mês. Os
novos acadêmicos estão se sentindo honrados, muitos felizes em ocupar uma
das Cadeiras na Academia “não como ponto de chegada, mas como ponto
de partida”.
Os novos acadêmicos são eles: Professor e
Escritor Leunam Gomes; Professor e Historiador Nonato
Fernandes; Professora e poeta Maria Edinar Siridó; cineasta João
Batista Mesquita Júnior; Professor, filósofo e poeta Raimundo
Orlanda; Jurista e pesquisadora Moana de Oliveira; Professor
e pesquisador Reginaldo Arruda; artista plástico João
Batista Soares; Professor e poeta Hélio Sena.
Para além de nossa condição humana, deveras
precária, é tanto mais evidente essa presença sagrada de receber os novos
acadêmicos eleitos. O ato não pode ser reduzido a uma mera efeméride, não se
limita a um registro cartorial, mas constitui sim, um momento especial de
nossa cultura e, logo, de nossos mais profundos laços e compromissos
subjetivos. Não é um registro histórico, que classifica como imortais os novos
acadêmicos. Mas um gesto da cultura massapeense.
Trata-se de um gesto de cultura, que nos deixa
mirando os dias presentes. Enfim, Academia Massapeense de Letras e Artes
acrescenta em que hoje se vem chamando crise moral ou crise da ética, não é
mera violação de valores, decidido por tribunais de meia sola, por falsos
monopólios da virtude. Mas é obscurecimento do destino comum, esse destino a
que se revelam cegas as elites econômicas, políticas, burocráticas e
tecnológicas. Por ética, nos referimos a um apelo radical à dignidade do ato de
habitar e conviver, portanto, a tudo que implique um destino comum prefigurado
pela razão fundadora da cultura na comunidade.
Esta Academia não pode, por exemplo, ser cúmplice
do obscurantismo e da ignorância, que ora ameaçam as instituições da cultura em
nosso país e se voltam, exatamente, contra o pensamento.
Acadêmicos não podem cortejar, ao mesmo tempo,
liberdade e tirania. Basta com a inteligência e o dinamismo de sua capacidade
de trabalho intelectual, fertilizando as atividades culturais e morais de
um povo, para o situar na ética da história em prol da vida.
Assim é que, a Academia Massapeense de
Letras e Artes parabeniza os novos acadêmicos eleitos! Viva a Academia e seus símbolos!
Eudes de Sousa, Jornalista e crítico literário Presidente da Academia de Letras e Artes












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