Como
um Professor pode ensinar o que, ele mesmo, não sabe? Edição de 15 de abril
Quarta-feira, dia 12, um taxi, da Av. Abolição para
a Rua Júlio Ventura, paguei R$9,50; Na
volta: R$ 12,00; À noite, para a Rua Chastinet Guimarães: R$51,00.
Incrível: Na volta, de Uber, no mesmo trecho e mesmo roteiro da ida, pela Leste- Oeste: R$19,00. Por que tanta diferença?
Fico triste quando vejo esta mensagem de cumprimentos pelo aniversário de uma pessoa, escrito por quem tem graduação e a tarefa de Professor/a.
Diz o texto: “Hoje os Parabéns vai para...” Já vi este texto várias vezes, no Facebook. Quem publica o texto, sequer analisou o que copiou. São os mesmos que dizem: “O povo vão”
Triste. Este é um indicativo do nível de Professores que estão nas salas de aula. Como conduzirão os alunos à aprendizagem de Português, de Redação?
Será que os gestores da Educação também não percebem? Ouvi uma professora reclamando da sua diretora que atropela o idioma, em tudo que fala.
Quais os critérios para escolha dos gestores da escolas? Só pelo voto que deram? E os titulares das Secretarias como foram escolhidos? Que critérios?
É urgente que se façam avaliações. O que um Professor, que erra nas concordâncias, pode cobrar de seus alunos nos textos e nas conversas em sala de aula?
Isto não é brincadeira. É responsabilidade social. Os alunos, mais tarde, serão submetidos, a outras provas, a vestibulares, a entrevistas. E como serão aprovados?
Todos os municípios têm ótimos Professores que podem cuidar da capacitação dos colegas. Por que são marginalizados? É preciso aproveitar suas experiências.
E como saber o nível dos Professores? As avaliações servem para isto. Não aquelas de preencher quadrinhos. Mas por meio de redações. Entrevistas.
Não dá mais é para continuar ruim. Como um Professor pode ensinar o que, ele mesmo, não sabe? O modo de falar é nosso cartão de visita. Soluções precisam ser urgentes.
Mesmo em documentos oficiais, exibidos em noticiários, percebe-se a má qualidade das redações. Trechos longos e sem pontuação.
Recebi um comentário sobre o livro GUARACIABA DO NORTE – NOSSAS RUAS, NOSSA HISTÓRIA que muito me envaideceu. Não só pelo conteúdo, mas pela titulação do remetente.
Trata-se do Professor e escritor Carlos Augusto
Pereira dos Santos, cearense de Camocim. Ex colega na Universidade Estadual
Vale do Acaraú – UVA/Sobral.
Graduado em História e em Estudos Sociais, pela UVA, Mestrado em HISTÓRIA SOCIAL, pela UFRJ, Doutorado pela UFPE (2008), pós-Doutorado PACC/UFRJ (2016).
Se não foram coisas boas, por que as fizeram? Tradicionalmente, os políticos dão grande publicidade aos seus atos. O que justifica o sigilo?
COMENTÁRIOS RECEBIDOS
De Leila,
sobre nosso comentário no PRIMEIRO PLANO, de 15/04
Bom dia. Esse texto retrata fidedignamente a realidade de _______________. Temos "gestores " escolares, que
concluíram recentemente a graduação online, para estar em cargos oferecidos
pelo gestor municipal.
Dói nos ouvidos ouvir frases desse tipo, bem como colegas
escreverem frases com inicial minúscula, oriundas do "internetês".
Almejo essa citada avaliação para as pessoas que se dizem professores.
Triste, porém é nossa realidade.
Quando falamos em curso de aperfeiçoamento, já ouvi inúmeras
vezes: "Não tenho tempo pra isso" ou "O que tenho já
dá pra desenrolar em sala de aula."
De
Lourenço Araújo Lima, do Rio de Janeiro:
Parabéns
pelo seu lindo trabalho. Parabéns ao Mons Assis , muito bom este contato com
seus textos.
Muito
oportuno seu comentário a respeito do bom português, acredito que tudo se deva
ao fato de não se ter hábito de leitura. Feliz Páscoa. Seja imensamente feliz.
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