“EM
EDUCAÇÃO, SEM PARTICIPAÇÃO, NÃO HÁ MUDANÇA” -
Edição de 03 de junho
Junho começou com um acontecimento
marcante para os que lutaram e lutam pela liberdade no Ceará: Rosa Fonseca foi
continuar a sua caminhada em outra dimensão.
Deixou uma marca inesquecível. Desde a sua juventude, lutou contra a ditadura. Foi presa e perseguida por suas ideias libertárias. Uma geração de lutas está indo embora.
A Comissão Especial Wanda Sidou manifestou o seu pesar, nas mensagens de seus Conselheiros Kennedy Linhares, Ricardo Sidou e Fátima Leitão.
Na pesquisa do IPESP, de hoje, que sempre recebo do amigo Antônio Lavareda, há um item sobre associação de características aos candidatos a Presidente. São elas:
Honestidade: Lula 35 – Bolsonaro 30; Preocupação com as pessoas 45 a 24; Competência: 43 a 31; Inteligência: 35 a 28; Equilíbrio: 40 a 25; Pulso firme: 33 a 36; Ideias novas e Modernas: 30 a 20; Experiência: 46 a 29.
Bolsonaro ganha apenas no item Pulso firme. Quem assim avalia, talvez deva levar em conta o fato de o Presidente pilotar, nas motociatas, com seu pulso ao guidon. Coisa que Lula não faz.
Dois fatos me despertaram atenção nas posses que aconteceram na SPS, ontem, dia 2 de junho: o prestigio de Tadeu Lustosa e a competência da Secretária Onélia Santana.
Tadeu assumiu a Secretaria Executiva de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. O auditório estava superlotado. Lá estivemos representando a Comissão Especial Wanda Sidou.
Na SPS, tive a oportunidade de
reencontrar a conterrânea Zita Lúcia Teles, filha de Dona Zita e Luciano
Baltazar, pessoas muito queridas em Guaraciaba do Norte.
Aprende-se a fazer, fazendo. A frase é antiga, mas há quem teime em repetir velhos hábitos para capacitação de professores. Palestras, ajudam a ilustrar a erudição, apenas.
Se os Professores não passarem por exercícios práticos de metodologia geradoras de participação, as mudanças não chegarão às salas de aula.
Esta afirmação é resultado de experiências práticas, concretas, vividas. Tentei muitas vezes, fazer aulas participativas, sem conseguir. Pensei em desistir.
Até que um dia, adotando a “dinâmica de grupo”, numa aula de Prática de Ensino de Português, com o interesse maior em ganhar tempo, saí da rotina e acertei.
O Professor da disciplina, Almir Brasil, da FAFICE, deu-me a nota máxima e elogiou a metodologia. As alunas do Instituto de Educação gostaram porque participaram.
A Profª Socorro Diniz, que me havia cedido o horário de sua turma, pediu-me para continuar. Apesar da felicidade com os elogios, o alívio era encerrar a aula.
Daí em diante, dediquei-me a adotar metodologias que envolvessem, de fato, no processo de aprendizagem. Teoricamente, já havia aprendido que o aluno é o agente.
Já são mais de cinquenta anos, adotando, com êxito, metodologias que privilegiam a participação, em quaisquer tipo aulas ou reuniões. Na gestão ou na sala de aula.
Por causa das experiências, escrevi a minha dissertação de Mestrado, em 2001, com o título: Em Educação, sem participação, não há mudança.”
Nela estão várias experiências realizadas, no âmbito municipal, que comprovam a afirmação que deu o titulo e que obteve aprovação e muitos elogios.
Daí a minha insistência no assunto. Quem já foi meu aluno ou já trabalhou comigo, viveu as experiências concretas. Lamento que muitos não tenham coragem de ousar. Mas, há muitas saídas.
Na sua luta pela valorização da cultura, em Guaraciaba do Norte, o Mestre Griô e Artista Plástico Márcio Pena está introduzindo o ensino de Violino para crianças, na Associação Arte na Praça.
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