sábado, 5 de agosto de 2023

COLUNA PRIMEIRO PLANO

 

NÃO SE APOIE EM PALAVRÕES PARA IMPRESSIONAR. PREPARE-SE, LEIA!   

EDIÇÃO DE 05 DE AGOSTO

Como se justifica? Cria-se um cachorrinho, com todos os zelos. O animal cresce. Convive anos e anos com a família. Um dia, sem mais nem menos, ataca, violentamente, o seu criador.

Foi o que aconteceu, recentemente, com o amigo Dedé Luciano, em Guaraciaba do Norte. Felizmente, foi socorrido em tempo. Mesmo assim, esteve hospitalizado.

Parabéns ao Frei Jordan, Em Guaraciaba do Norte, por mais um aniversário de ordenação sacerdotal. Neste dia 4, o amigo e ex-colega de Seminário, Mons. Assis Rocha celebrou seu sacerdócio.

Celebrou os seus 55 anos de Sacerdócio no dia de São Cura D´Ars, o patrono de todos os vigários.  Tive o privilégio de estar em Bela Cruz, naquela data.

No tempo da ditadura, o Assis, recém ordenado, já no Mestrado, apoiava os brasileiros exilados na Europa e fazia uma ponte entre eles e suas famílias, residentes no Ceará.

A propósito, no dia 6 de agosto, os guaraciabenses não se esquecem do dia do aniversário do Mons. Antonino Soares. Uma data que marcava o início da Festa da Padroeira.

Na minha vida profissional, posso assegurar que todas as experiências foram positivas e gratificantes.  Nunca tive o trabalho como um sacrifício, mas como um prazer.

Sempre trabalhei em função de uma causa e, nunca, apenas pela remuneração. A primeira foi no MEB, com Educação de Adultos, pela convicção da importância daquela atividade.

A ditadura demitiu-me, mas não me tirou o ânimo de fazer alguma coisa por aqueles que mais precisavam. E os resultados foram ótimos.

Fui para o Maranhão e tive uma experiência de Telensino no melhor sistema criado no país, na TVE, em São Luís. Era o Ensino Fundamental pela TV.

Com as perseguições da ditadura, tive que sair da área da Educação por algum tempo e fui para a publicidade. Valeu a pena. Era o possível, para aquele momento.

Retornando ao Ceará em 1989, tive experiências excelentes na Educação municipal, como Secretário, fazendo tudo de forma diferente do convencional. E deu certo.

Pude aplicar, na prática, as ideias que havia aprendido com Paulo Freire, vendo suas atividades no Recife  e a fundamentação de suas ideias em seus livros.

A UVA – Universidade Estadual Vale do Acaraú criou-me a oportunidade de fazer um trabalho diferenciado com Alfabetização de Adultos, na Pró-Reitoria de Extensão.

O diferencial daquele trabalho, adotando as ideias de Paulo Freire, em diversos municípios, motivou a Alfabetização Solidária a nos convidar para levar nosso trabalho a Cabo Verde, na África.

Um experiência extraordinária. Sentia-me retribuindo àquela gente o muito que já havia feito pelo nosso país, mesmo à custa de muito sofrimento, como escravos.

Foram dois anos de muita dedicação ao povo caboverdiano. Aprendemos muito e levamos o Método de Paulo Freire para a Formação de Alfabetizadores daquele país.

Neste mês de agosto, o Brasil celebra os 44 anos da Lei da Anistia. No Ceará, tenho a honra de presidir a Comissão Especial Wanda Sidou que indeniza os perseguidos pela ditadura.

Marta Távora, Psicóloga Clínica e do Trabalho trocou o trabalho junto a empresas pelo Atendimento presencial e on line. Contatos: @martatavorapsi

Nesta próxima quarta, dia 9, participaremos do Programa Luís Siqueira, na Rádio Voz FM, de Sobral. Trata-se de um profissional de alta competência. Trabalhamos juntos na UVA.

No seu programa vamos conversar sobre o lançamentos dos livros que faremos em Sobral, no dia 11. Será na UVA, após a Missa em Ação de Graças na Igreja do Preciosíssimo Sangue.

Os lançamento dos livro AD VITAM e AD LBOREM serão no pátio interno do Campus da Betânia, onde todos os coautores estudamos nas década de 50 e 60.

Já observaram que, na Comissão Mista sobre o vandalismo de 8 de fevereiro, na Praça dos Três Poderes há um deputado bolsonarista, Abílio Moumer, cujo objetivo é fazer gracinhas de mau gosto para chamar atenção?

Já foi advertido, diversas vezes, mas não se toca. Dá ideia de que não tem o que fazer. Seus conterrâneos do Mato Grosso devem estar envergonhados. Não duvido que vá reeleito.

Há outros que fazem de tudo para chamar atenção. Sem conteúdo, vão na carona dos que sabem falar. Com vocabulário pobre, usam e abusam dos palavrões. Aonde chegamos?

Nesta semana, na TV HB R, dei continuidade às conversas sobre comunicação. Chamei atenção para o bom ou mau uso dos  serviços de som. Sempre usados, mas com poucos cuidados.    













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