|
NÃO SE APOIE EM PALAVRÕES PARA IMPRESSIONAR. PREPARE-SE, LEIA!
EDIÇÃO DE 05 DE AGOSTO |
Como se justifica? Cria-se um cachorrinho, com todos os
zelos. O animal cresce. Convive anos e anos com a família. Um dia, sem mais nem
menos, ataca, violentamente, o seu criador.
Foi o que aconteceu,
recentemente, com o amigo Dedé Luciano, em Guaraciaba do Norte. Felizmente, foi
socorrido em tempo. Mesmo assim, esteve hospitalizado.
Parabéns ao Frei Jordan, Em Guaraciaba
do Norte, por mais um aniversário de ordenação sacerdotal. Neste dia 4, o amigo
e ex-colega de Seminário, Mons. Assis Rocha celebrou seu sacerdócio.
Celebrou os seus 55 anos de
Sacerdócio no dia de São Cura D´Ars, o patrono de todos os vigários. Tive o privilégio de estar em Bela Cruz,
naquela data.
No tempo da ditadura, o Assis,
recém ordenado, já no Mestrado, apoiava os brasileiros exilados na Europa e
fazia uma ponte entre eles e suas famílias, residentes no Ceará.
A propósito, no dia 6 de
agosto, os guaraciabenses não se esquecem do dia do aniversário do Mons.
Antonino Soares. Uma data que marcava o início da Festa da Padroeira.
Na minha vida profissional,
posso assegurar que todas as experiências foram positivas e gratificantes. Nunca tive o trabalho como um sacrifício, mas
como um prazer.
Sempre trabalhei em função de
uma causa e, nunca, apenas pela remuneração. A primeira foi no MEB, com Educação
de Adultos, pela convicção da importância daquela atividade.
A ditadura demitiu-me, mas não
me tirou o ânimo de fazer alguma coisa por aqueles que mais precisavam. E os
resultados foram ótimos.
Fui para o Maranhão e tive uma
experiência de Telensino no melhor sistema criado no país, na TVE, em São Luís.
Era o Ensino Fundamental pela TV.
Com as perseguições da
ditadura, tive que sair da área da Educação por algum tempo e fui para a
publicidade. Valeu a pena. Era o possível, para aquele momento.
Retornando ao Ceará em 1989,
tive experiências excelentes na Educação municipal, como Secretário, fazendo
tudo de forma diferente do convencional. E deu certo.
Pude aplicar, na prática, as
ideias que havia aprendido com Paulo Freire, vendo suas atividades no Recife e a fundamentação de suas ideias em seus
livros.
A UVA – Universidade Estadual
Vale do Acaraú criou-me a oportunidade de fazer um trabalho diferenciado com
Alfabetização de Adultos, na Pró-Reitoria de Extensão.
O diferencial daquele trabalho,
adotando as ideias de Paulo Freire, em diversos municípios, motivou a
Alfabetização Solidária a nos convidar para levar nosso trabalho a Cabo Verde,
na África.
Um experiência extraordinária.
Sentia-me retribuindo àquela gente o muito que já havia feito pelo nosso país,
mesmo à custa de muito sofrimento, como escravos.
Foram dois anos de muita
dedicação ao povo caboverdiano. Aprendemos muito e levamos o Método de Paulo
Freire para a Formação de Alfabetizadores daquele país.
Neste mês de agosto, o Brasil
celebra os 44 anos da Lei da Anistia. No Ceará, tenho a honra de presidir a Comissão
Especial Wanda Sidou que indeniza os perseguidos pela ditadura.
Marta Távora, Psicóloga
Clínica e do Trabalho trocou o trabalho junto a empresas pelo Atendimento
presencial e on line. Contatos: @martatavorapsi
Nesta próxima quarta, dia 9, participaremos
do Programa Luís Siqueira, na Rádio Voz FM, de Sobral. Trata-se de um
profissional de alta competência. Trabalhamos juntos na UVA.
No seu programa vamos
conversar sobre o lançamentos dos livros que faremos em Sobral, no dia 11. Será
na UVA, após a Missa em Ação de Graças na Igreja do Preciosíssimo Sangue.
Os lançamento dos livro AD
VITAM e AD LBOREM serão no pátio interno do Campus da Betânia, onde todos os coautores
estudamos nas década de 50 e 60.
Já observaram que, na Comissão
Mista sobre o vandalismo de 8 de fevereiro, na Praça dos Três Poderes há um
deputado bolsonarista, Abílio Moumer, cujo objetivo é fazer gracinhas de mau
gosto para chamar atenção?
Já foi advertido, diversas
vezes, mas não se toca. Dá ideia de que não tem o que fazer. Seus conterrâneos
do Mato Grosso devem estar envergonhados. Não duvido que vá reeleito.
Há outros que fazem de tudo
para chamar atenção. Sem conteúdo, vão na carona dos que sabem falar. Com
vocabulário pobre, usam e abusam dos palavrões. Aonde chegamos?
Nesta semana, na TV HB R, dei continuidade às conversas sobre comunicação. Chamei atenção para o bom ou mau uso dos serviços de som. Sempre usados, mas com poucos cuidados.
.jpg)



.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário