ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS PODERIA SER UMA PRIORIDADE
EM DIREITOS HUMANOS!
Quase no Natal, perdemos uma pessoa
que, para nós, da UVA, tinha sido um grande presente. Foi o Chico Guedes como
nos acostumamos a tratá-lo.
À época, Pró- Reitor de Extensão,
recebi a entrada do Chico em nossa equipe, de fato como um raro presente. Uma
pessoa competente, dedicada, humana e com uma visão social surpreendente.
Era tudo que desejávamos na
Pró-Reitoria. Tínhamos um vasto trabalho junto à Alfabetização Solidária e
precisávamos de alguém que olhasse para a organização comunitária.
O Chico Guedes preenchia aquela
lacuna, enquanto cuidávamos de uma tarefa extra que nos surgiu: Formação de
Alfabetizadores de Adultos em Cabo Verde, África.
Entre mais de 200 instituições
superiores parceiras do Programa Alfabetização Solidária, a UVA havia sido
escolhida para a experiência internacional. A chegada do Chico foi fundamental.
Com certeza os trabalhos que ele
conduzia, na UVA, terão continuidade, graças à fundamentação que ele imprimia em
tudo que fazia. Obrigado, amigo.
No âmbito familiar, um grave acidente, em
Guaraciaba do Norte, tirou a vida do primo Ostélio Gomes Furtado,
Fisioterapeuta.

O sepultamento, depois de cumpridas todas as
formalidades legais, será hoje em nossa cidade onde moram muitos dos seus
irmãos.
Há 47 anos, no dia 25 de dezembro, morreu nosso
pai. Uma coincidência de datas na família que fará do Natal uma oportunidade de
muitas lembranças e saudades.
No período de propaganda eleitoral
gratuita, partidos que sempre votam contra os interesses do povo se apresentam
como paladinos dos interesses coletivos.
Aparece até um deputado
apresentando-se como responsável pela indenização aos aposentados que foram
ludibriados pelos espertalhões.
Mais do que nunca, devemos estar
atentos ao que vão dizer para conquistar votos.
De olhos nos candidatos a deputados federais, estaduais e senadores.
Boa parta só defende os interesses
pessoais. São os que combatem, radicalmente, a corrupção, mas guardam milhares
de reais em casa, em sacos plásticos.
A propósito, os bons pastores estão
muito mal com o comportamento dos maus pastores que abusam do nome de Deus para
enriquecer.
Muitos dos que estão na Câmara
Federal, no Senado e Assembleias fazem vergonha aos que neles votaram. Dão a
entender que não sabem o que estão fazendo.
As mesas diretoras deviam dar
melhores orientações sobre o comportamento dos que ali chegam com os votos do
povo.
No passado, os representantes do povo
eram pessoas de grande respeitabilidade. Hoje, muitos fazem vergonha.
Demonstram nem saber da existência de Regimentos.
No Comentário da Semana, escrito semanal e
competentemente, pelo Mons. Assis Rocha, mostra momentos marcantes e saudosos
de sua vida pastoral.
Foram 35 anos em Pernambuco em contatos diretos com
as populações jovens de diversas paróquias. Hoje, Mons. Assis fala de Amaraji
em prosa e muitos versos.
Não sou muito ligado em aposta,
loterias e semelhantes. Vez por oura compro pontos de algumas instituições, quando vejo
importância e o alcance social da promoção.
Foi o caso recente. Comprei pontos
numa Rifa da ATITUDE POPULAR, sistema de comunicação de grande relevância. E
deu certo. Ganhei uma Cesta de Natal.
Aliás, uma cesta importante em
quantidade e qualidade. Proporcionou um grande jantar para mais de 40 pessoas.
E ainda sobrou para o dia seguinte.
Foi preparada e doada pela senhora Bel
Castro, grande colaboradora da Atitude Popular e ouvintes dos variados
programas, pelo Youtube e Blog. Obrigado.
Não entendo porque as instituições públicas e privadas não valorizam a
Alfabetização de Adultos. Falta tão pouco para zerar o analfabetismo!
Na UVA, desenvolvemos, com êxito um projeto que denominamos
ALFABETIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTODE HABILIDADES E GERAÇÃO DE RENDA.
Á alfabetização de adultos, em nosso entendimento é um dos principais
Direitos Humanos. É incrível a mudança na vida das pessoas que se alfabetizam.
Especialmente quando o método de alfabetização é o que foi
criado por Paulo Freire e testado, pela primeira vez, com muito sucesso, em
Angicos, no Rio Grande do Norte.
Será que o nome de Paulo Freire ainda assusta. O Projeto acima que
desenvolvemos na UVA, em alguns municípios, causava grande entusiasmo.
Começava valorizando o que cada pessoa sabia fazer e, depois de
alguns dias promovíamos uma feira com amostra e comercialização dos produtos ou
habilidades de cada um.
Era um sucesso. Muitos, logo sugeriam que a feira fosse realizada
mensalmente. Tudo era vendido nas comunidades e produziam renda para os
expositores.
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