OS ENCANTOS E
ATRAÇÕES DA IBIAPABA
EDIÇÃO 10 DE
JANEIRO
Começamos um ano importantíssimo para a vida de cada brasileiro.
Escolheremos nossos representantes no Senado e na Câmara Federal.
Todo cuidado será pouco para não repetirmos o que aconteceu na
eleição passada em que a maioria dos eleitos foi eleita como inimiga do povo.
Quase nada votaram de interesse coletivo.
Quando a gente vota e, depois, tem vergonha de dizer em quem
votou é humilhante. Ou vendeu o voto ou apenas seguiu alguma determinação de
alguém. É a mesma coisa.
É preciso saber em quem vota. Analisar o passado do candidato. É
preciso eleger pessoas comprometidas com os interesses coletivos e, não com os
interesses individuais.
Muitos dos eleitos estão encalacrados na Justiça por terem
procurado emendas para tirar vantagens e guardar dinheiro em casa, como tem
acontecido.
Pior é que muitos dos tais políticos também são pastores e
extorquem a comunidade em nome de Deus. Mentem, em nome de Deus. “Deus me pediu
que...”
Quase sempre que a Policia Federal faz buscas em domicilio de
políticos, encontra dinheiro escondido. Por que escondido, se há bancos? Algo há!
Os parlamentares que defendem anistia para os terroristas que tentaram destruir o Senado e a Câmara, no dia 8 de janeiro, não zelam pelo próprio local de trabalho. Não merecem ser reeleitos.
No dia 13 de agosto passado, a caminho da Festa de Agosto, em
Guaraciaba do Norte, fui parado pelo posto do Detran, nas proximidades de Santa
Quitéria.
O policial que me abordou, informou que havia uma multa para eu
pagar. Perguntei se podia fazê-lo ali. Ele informou que podia ser em Santa
Quitéria, logo à frente. Cinco quilômetros, mais ou menos.
Agradeci e segui. Parei em Santa Quitéria, no Cartório de um
amigo que me poderia orientar como efetuar o pagamento. Deu certo paguei até as
que ainda iam vencer.
Para surpresa minha, em 22 de dezembro, recebi uma notificação
de multa por estar falta do Licenciamento, ocorrência na Rodovia 257, em frente
ao Posto de Fiscalização1545-8 – Santa Quitéria.
Valor da multa: R$293,47. Vencimento no dia 1 de dezembro, 21
dias após o recebimento da notificação. Fui tentar pagar e não era possível.
Fui pesquisar no DETRAN e não constava o débito. Então, estou
achando que fui perdoado ou o Detran se redimiu da traição do guarda que me
informou que podia pagar em Santa Quitéria.
Logo no início do ano,
fizemos uma viagem a Guaraciaba do Norte, em companhia do irão José Raimundo
Gomes Filho, médico, que mora em Rio Branco, no Acre. Fomos rever nossa terra.
No grupo, Isabel
Duck, sua companheira e mais Lilly e seu companheiro José Rocha, paulista,
Jocélio, Neila, eu e Myrtes. Um excelente passeio.
Tivemos a oportunidade
de conhecer a expansão rural de Guaraciaba do Norte com excelentes atrações.
Restaurantes de ótima qualidade, na zona rural.
Fomos conhecer um novo
e ótimo ponto turístico: Infinity, voltado para os sertões de Reriutaba,
Varjota, Cariré, Mucambo, Pacujá e Sobral. Uma encantadora visão.
Os paraquedistas e
amantes do voos livres encontram naquele local um ponto de apoio para descobrir
o mundo quer fica logo abaixo.
Coincidentemente lá
chegou um grupo de amantes dos voos livres da Bahia com todos os equipamentos
para voar, a partir daquele espaço.


Naquela área, o nosso
primo Francisco Gomes Furtado, Engenheiro, está construindo verdadeiras mansões
de alto nível. Moradias sui-generis,
cercadas de grandes árvores nativas.
CONGRATUALAÇÕES
Recebi tantas mensagens pelo dia, 06 de janeiro, que não me contive em compartilhar, pelo menos, estas dos meus mais velhos
companheiros que, comigo, estudaram no Seminário de Sobral, onde iniciei em 08
de fevereiro de 1955
Aguiar Moura, de Sobral: Ele é referência em Educação no Ceará, de grande capacidade criativa e de liderança catalisadora do meio em que vive, além de ardoroso Betanista!!! Parabéns, Leunam, Deus o abençoe grandemente com muita saúde, paz, alegrias e contínuas realizações.
Lourenço, de Gávea, Ipueiras: Parabéns Leunam!! Feliz
aniversário, Deus te abençoe com muita saúde e paz. Vida longa e alegria de
viver. Seja muito feliz. Louvado seja Deus. Abs.
Jose Isac
Silveira, de Marco:
Parabéns ilustre betanista Prof. Leunam, saúde e longevidade, com muito sucesso
e as bênçãos de Deus.
João Ribeiro, de Groaíras: Parabéns, Leunam, por mais um
aniversário natalício. Que Deus te cubra de bênçãos e de graças, para
continuares trabalhando por um mundo melhor.
J. BATISTA DA SILVA, de Quatiguaba: Professor Leunam, abraço forte por seu aniversário, com saúde, alegria e generosa disposição em servir.
Juarez Leitão, de Novo Oriente: TROVINHAS NATALÍCIAS
A serra da Ibiapaba
treme
toda esta manhã;
Se
agita a Guaraciaba:
Faz
anos o LEUNAM!
E
este grito de amor
não
só da terra natal
reconhece
o professor
de
fama nacional.
Consciência
cidadã
citado
em todas as listas:
Palmas
para o LEUNAM,
orgulho
dos betanistas.
J. Leitão
Vicente Cristino, de Coreaú: Viva o Leunam! Viva a Poesia! Salve
o poeta Juarez Leitão! Vicente Cristino:
Leunam
BRISAMOR, de São Benedito: Parabéns Leunam, feliz aniversário, que Deus te abençoe com muitas graças, e longa vida com alegria de viver. Forte abraço.
FEITOSA, de Mons. Tabosa: Bom-dia a este 6 de janeiro de
mestre Leunam. Os meus parabéns, de muitos aos. A competência da didática de
Leunam, o ciclo de ensinar - mais que o peripatético; para mim uma novidade
absoluta. Círculo, será que escrevi errado? As palavras me desaparecem, tem
nada não: Louvado seja. Mestre Leunam, divulgar essa sua técnica, conosco.
Convido-me. Os parabéns!
Pedro
Neudo Brito, de Graça:
Parabéns amigo Leunam, paz, saúde e um abraço fraterno do Betanista
Hairton
de Carvalho, de Bela Cruz: Irmão e amigo Leunam. Nosso abraço de fé e sincera amizade por mais um ano de
vida cheia de lutas e vitórias. Vamos que vamos. Temos muita estrada ainda pra
seguir. Estaremos sempre por perto para aplaudir suas conquistas, orgulhosos da
sua amizade. Com as bênçãos e graças de Deus. Hairton e Meire.
Leopoldo Mont´Alverne, de Sobral: Leunam, que Deus lhe guarde,
para que continue seu profícuo trabalho pela educação e justiça social.
Abraços.
Regis Frota, de Sobral: Mestre Leunam, vontade de te abraçar antes do dia 16 proximamente, felicitações 🎉 pra você meu amigo.
Jader, de Sobral: Feliz aniversário Leunam!!!
FJLIBERATO, de Sobral: Parabéns, Leunam, por essa
produtiva jornada. Feliz aniversário.
Valdeci
Vasconcelos, de Morrinhos -Olá
prezado colega betanista e amigo Leunam Gomes pelo dia feliz do seu natalício.
Muita saúde, paz, bonança, êxitos em seus projetos e alegria de viver ao lado
de sua família e dos amigos. Grande abraço.
Elisiário Nobre, de Guaraciaba do Norte: Parabéns Leunam. Tenha um
feliz aniversário. Que Deus lhe cubra de muitas bênçãos. Saúde, Paz e muitos
anos de vida com alegria de viver
Fco José CLINHARES, de Sobral: Parabéns pela nova idade, prezado colega e amigo Leunam. Felicidades!
Erasmo Aguiar, de Carnaubal: Caríssimo Leunam, o meu abraço de parabéns
pelo seu aniversário natalício, ensejando a Você e a seus familiares uma feliz
festa comemorativa, nesta data, com alegria, felicidades e muita saúde.
Edison Costa, de Sobral: Meu amigo Leunam, estamos comemorando hoje a visita dos Reis Magos, a trazer presentes e nós aqui estamos felizes com o presente da sua existência a nos brindar com a sua amizade que muito nos é muito cara no convívio diário aqui no nosso grupo dos betanistas. Parabéns por esta data, obrigado a Deus pela sua existência. Sinta-nos em seu valioso coração por que temos um grande apreço. Um grande abraço em Cristo, na certeza que em mais um aninho estaremos unidos e fazendo planos para os nossos encontros betanistas. Parabéns!!!!
Flávio Machado, de Crateús: Parabéns Leunam por mais um
ano de vida vitoriosa. Que Deus continue lhe concedendo muitas bênçãos e vida
feliz, cada vez mais longa!
Teoberto Landim, de Ararendá: Parabéns Leunam, muitas felicidades, saúde e paz. Grande abraço.
José Armando Dias, de Sobral: Parabéns ao estimado e admirado Leunam pelo dom de sua vida dedicada à Educação e coerência de seus propósitos. Muita saúde e paz.
Entre Veredas e
Estrelas
Memórias de um pai, de uma família e de um tempo
Por João
Batista da Silva (*)
José Cândido, de corpo
atlético, tinha diferença de 28 anos para o primeiro filho e de 46 para o
oitavo, ainda muito resistente e garboso. Os filhos presenciaram seu vigor e
sua intrepidez diante dos desafios da vida.
Zecãedo enfrentou
invernos rigorosos e secas desafiadoras, mas o tempo nunca lhe foi desfavorável
para se esforçar pela família. Um agricultor de visão, que não mediu esforços
para retirar-nos da limitação da enxada e proporcionar às gerações seguintes um
desempenho de netos e netas que transitariam notavelmente no mundo acadêmico
global, talvez não imaginado por seus antepassados.
Os bisnetos de nossos
netos saberão pouco ou nada sobre nós, o que não será anormal. Quando um deles,
vindo de onde vier, atraído pelo ímã da origem, chegar a um lugar que já tenha
em suas ruas placas de identificação, uma delas com o nome João Cândido, pai do
nosso pai, isso lhe despertará curiosidade?
A influência do filho
para que o pai fosse nome de rua estará na crônica Ruas da Vila, a ser
escrita, quem sabe.
Na boquinha da noite das
férias colegiais, na calçada escura e sob o céu estrelado, eu e ele
conversávamos sobre o mundo que era notícia, no lugarejo sem luz elétrica, com Petromax em duas ou três bodegas, prevalecendo lamparinas de luz esmaecida
espalhadas nas casas do quadro.
As veredas nos ligavam a
duas cidades próximas, a pé ou a cavalo: duas léguas para o sul e três para o
norte. Ouvíamos o ronco dos motores, no silêncio da noite, além do morro do
Podói, ou do Concorde, que voava muito acima das nossas cabeças. Tinham horário
noturno certo, assim como era pontual o relincho do jumento.
Naquele local, naquele
horário, as aventuras espaciais, disco voador e luz estranha a passear pelos
morros que circundavam o lugar eram assuntos que entrelaçavam histórias de
prender a atenção. Sentíamos a grandeza do universo e a nossa pequenez, onde caberia
o que disse Ken Liu: “A Terra é apenas um grande bote no mar de estrelas”.
A água fria era do pote,
e nas ancoretas dormia a água que nos saciaria a sede do dia seguinte. Era
prazeroso, para a criança que existia em nós, buscar um caneco d’água pedido
por nosso pai. Cada um dos oito teve a oportunidade de servi-lo. Papai e mamãe,
um casal bonito e saudável.
Os filhos cresceram, e
logo os netos animavam a casa, com os avós festejando o crescimento da família.
Do Norte, Sudeste e Nordeste, da capital e do interior, iam chegando notícias
sobre a meninada que gostava de estudar, espalhada Brasil afora. Papai e mamãe
alegravam-se muito com as notícias de aprovação e o sucesso da nova geração.
Mãeôta, em vídeo
imaginário, parabenizaria José por ter esperado por Francisca. José, também no
mesmo vídeo, asseguraria a Aurora Passos Olivindo que um dos netos ou bisnetos,
quem sabe, iria eternizar o nome dela numa placa, rebatizando a rua que fica em
frente à Rua João Cândido, ou outra qualquer.
Vida que segue, e
certamente o legado deixado por nosso pai não se resumiu ao material; o
intangível superou e estende-se às gerações.
Num recorte de imagens,
separar-se-ia um Zecândido irretocavelmente barbeado, aos 46 anos, exclamando o
nome de sua amada. Fransquinha, que, com um ligeiro ajuste nos cabelos ao
passar pelo espelho da parede entre as janelas da sala de jantar, aos seus 37
anos, discretamente ficava ainda mais alinhada.
Fransquinha era um
diminutivo que, na voz de Zecãedo, significava amor e cumplicidade entre eles,
responsabilidade e cuidado com os filhos que o Senhor lhes entregara ao longo
da caminhada.
Os oito, todos crescidos
e com filhos, deram a papai e mamãe a sensação de que cumpriram, de forma
extraordinária, a missão que o Senhor lhes confiara.
“É bom sermos peregrinos de esperança”.
Em nosso comentário do
último sábado de novembro - dia 29 - de 2025, anunciávamos ter encerrado o Ano
Litúrgico com a Solenidade Centenária de
Jesus Cristo, Rei do Universo, no Domingo anterior, 23/11, e início do novo
Ano Litúrgico, logo no dia 30/11, com o 1º Domingo do Advento, chamando a
atenção para as diferenças das datas iniciais de cada ano: civil e litúrgico.
Chegamos a afirmar que o Natal não é somente o Dia 25 de
Dezembro. É bem mais longo. É um aniversário diferente. Começa com a preparação
feita no Advento e vai até a Festividade
do Batismo do Senhor, celebrada amanhã.
Interessante! Pra negociar, vender, comprar, trocar presentes e festejar à vontade, o tempo do Natal é o mais elástico possível. A Igreja dá a entender esta elasticidade ao celebrar o Tempo do Natal entre o Advento e a Solenidade do Batismo do Senhor. Este ano, a Festa do Natal termina amanhã: Onze de Janeiro. Nos Calendários da Igreja Católica, este dia 12 é a Segunda Feira da 1ª Semana do Tempo Comum e é Início do Calendário Civil. Ao todo são 34 Semanas do Tempo Comum, entrecortadas por inúmeras Solenidades Festivas bem marcantes dos vários Mistérios que ela celebra ao longo do ano.
A
Igreja tem paciência em preparar, seguir e realizar suas celebrações no tempo
certo e planejado. O mundo tem interesses lucrativos e diversionais, mesmo que
atropele os objetivos da Igreja. O comércio, a indústria, a política, o lucro,
tudo vai desvirtuando aquilo que poderia ser tratado como bem comum.
Passado
o Dia do Natal, já se falava do seu final para o Dia de Reis, antecipando mesmo
o Dia Litúrgico do Batismo de Jesus, porque já se queria eliminar as
lembranças, os enfeites e as luzes que representavam os motivos natalinos, para
já se ir preparando a ocorrência do Carnaval, do Dia das Mães ou outras
publicidades chamativas que sugiram possibilidades de lucros.
Em
meio a esses embates entre doutrinas cristãs, que conduzam à vida eterna e
interesses humanos e materiais que enfoquem em bens lucrativos, os espaços
eclesiais associam às reflexões sobre a preparação do Natal, durante o Advento,
e falam, fundamentalmente, em Maria, como a que foi instrumento de Deus para
que seu Filho Jesus viesse ao mundo.
O
Papa Leão XIV fez uma bela reflexão na época do Natal de 2025 – para que se
divulgasse até hoje e daqui pra frente – “reafirmando
que Jesus Cristo é o único Salvador e que Maria é Mãe Espiritual ou Mãe dos
Fiéis e Intercessora, ficando bem clara a ‘centralidade de Cristo na Salvação’
e evitar desequilíbrio na fé católica”. Isso provocou uma celeuma no mundo
e nós, através deste Blog e em Sermão na Festa de Nossa Senhora da Conceição,
em Bela Cruz, tentamos esclarecer e confirmar o ensinamento Pontifício.
Nessa
semana da Epifania, 06 de Janeiro, dia histórico da celebração dos Santos Reis,
ao encerrar o Jubileu dos 33.000.500.000
Peregrinos da Esperança que passaram pela Porta Santa da Basílica de São
Pedro e das outras 03 Basílicas Romanas, durante o Ano Santo, o Papa Leão XIV,
em sua Homilia de encerramento, fundamentou suas palavras no Evangelho da
Festa: Mateus 2,1-12, que descreve “a
alegria dos Magos ao reverem a estrela e a perturbação de Herodes e de toda a
cidade de Jerusalém diante de Jesus”.
O
Santo Padre, baseado neste início do texto de Mateus, diz “ficar muito surpreso, pois
ela foi sempre uma cidade, palco de muitos novos começos e de se assustar com
aqueles que vêm de longe, movidos pela esperança, a ponto de pressentir uma
ameaça naquilo que lhe deveria dar muita alegria. Esta reação interpela também
todos nós, como Igreja”. E continuou Sua Santidade:
“A Porta Santa desta Basílica que, por último, hoje foi fechada, recebeu o fluxo de inúmeros homens e mulheres, peregrinos de esperança, a caminho da cidade, cujas portas estão sempre abertas: a Nova Jerusalém. Quem foram eles e o que os motivava?
No final deste Ano Jubilar, questiona-nos com particular
seriedade a busca espiritual dos nossos contemporâneos, muito mais rica do que
talvez possamos compreender. Milhões deles atravessaram a soleira da Igreja. E
o que encontraram? Que corações, que atenção, que acolhimento? Sim, os Magos
ainda existem. São pessoas que aceitam o desafio de arriscar cada um a própria
viagem que, conturbado como o nosso, sob muitos aspectos repulsivo e perigoso,
sentem a necessidade de partir, de procurar.
O Evangelho compromete a Igreja a não ter medo desse dinamismo, mas a apreciá-lo e orientá-lo para o Deus que o suscita. É um Deus que pode perturbar-nos, porque não está imóvel nas nossas mãos como os ídolos de prata e ouro; pelo contrário é vivo e vivificante como aquele Menino que Maria acolheu nos seus braços e que os Magos adoraram”...
Meu caro leitor: você já deve ter notado que eu fui um entusiasta e fiel admirador do Papa Francisco e continuo com tais sentimentos para com o Papa Leão. Essa bela reflexão dele no encerramento do Ano Santo tem de ser lida por inteiro. Não vou repeti-la em sua totalidade para dar-lhe a oportunidade de pesquisá-la, conhecê-la, lê-la e melhor conhecer o chefe da nossa Igreja. Às vezes, leio, ouço e fico triste com comentários tão negativos a respeito do Papa que eu tenho certeza que é por desinformação, ou por ouvir opiniões erradas ou se tratar de pessoas conservadoras, polarizadas, politiqueiras de direita ou apaixonadas por opiniões contrárias ao bom senso. Na maioria das vezes, mal evangelizadas ou ouvintes de catequistas ou evangelizadores que maquiam a verdade. Nestes meus 85 anos de vida, nos meus dez primeiros anos, aprendi em minha família, os rudimentos da minha fé. Claro, a mais simples possível.
Nos Seminários de
Sobral, Fortaleza, Olinda, no Pontifício Colégio Pio Brasileiro e nas
Universidades Católicas de Pernambuco e de Roma completei todo o “curriculum”
que aprofundou meus conhecimentos e me tornou apto pra luta e servindo a
Dioceses, Paróquias, Comunidades Eclesiais de Base, sob os cuidados de
excelentes e preparados bispos, não me perdi em lugar algum. Sou, imensamente
grato, a tantos quantos colaboraram na minha família, nas comunidades por onde
andei, nas escolas onde aprendi e ensinei. Obrigado!
Gasto um tempo enorme
pensando e rememorando tudo isto e me acho com saldo positivo, a ponto de ter
em S. Paulo, na Carta a Timóteo, o consolo:
“combati o bom combate, terminei a minha
carreira, guardei a fé” (2ª Tim. 4,7).
Concluo o Comentário de hoje, como o Papa Leão
o fez na sua homilia:
“Meus irmãos e irmãs!
É bom sermos peregrinos de
esperança. E é bom continuar a
sê-lo, juntos. A fidelidade de Deus continuará a surpreender-nos. Se não
reduzirmos as nossas Igrejas a monumentos, se as nossas comunidades forem
casas, se resistirmos unidos às seduções dos poderosos, então seremos a geração
da aurora. Maria, Estrela da Manhã, caminhará sempre à nossa frente! No seu
Filho, comtemplaremos e serviremos uma magnífica humanidade, transformada não
por delírios de onipotência, mas pelo Deus que, por amor, se fez carne”.
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