“NA SALA DE AULA É
QUE SE FORMA O CIDADÃO”Edição
de 24 de junho
Curiosidade: o primeiro nome da Rua Major Facundo, a mais antiga de
Fortaleza foi RUA NOVA DEL REI, em 1814. Seria um padrão?
Guaraciaba do Norte foi elevada à categoria de "vila" com a denominação
de Vila Nova Del Rei em 12 de maio de 1791,mas somente foi elevado à categoria
de município em 1879.
No
livro ESCRAVIDÃO, de Laurentino Gomes, é que se descobre o que era mesmo a
escravidão. Verdadeiros absurdos aconteciam com pessoas humanas, tratadas como
coisas ou animais.
Dos Navios
Negreiros, para lembrar Castro Alves, os mortos eram jogados ao mar para alimento dos tubarões. Morriam muitos durante
as viagens da África para o Brasil. Maus
tratos, doenças.
Pior
é que, atualmente, acontecem situações semelhantes, com trabalhadores que são
iludidos e vão trabalhar nas fazendas no interior do Brasil. Já começam devendo
a viagem até a fazenda.
Assisti no
Globo Play o filme PUREZA, contando uma história real de brasileiros que, ainda hoje, sofrem
como escravos em terras brasileiras. Emocionante e, ao mesmo tempo, revoltante.
O
filme é a história de uma senhora, Dona Pureza, do Maranhão, que ganhou o mundo
atrás do filho que fora procurar trabalho em fazendas. Ótimo para exibição e debate, em salas de aula.
Disse o
Ministro da Defesa José Múcio: “O sonho do pobre do Nordeste é ser pobre no
Sul”. De onde teria tirado tal ideia. Desde menino, vi conterrâneos saindo para
o Rio de Janeiro. Para melhorar de vida.
E
muitos foram. Mesmo com poucos estudos, venceram com o que sabiam fazer e se
deram bem. Mandavam pagar o dinheiro emprestado para a viagem e, depois ficavam
mandando para a família.
O mesmo
ministro disse que a tentativa de golpe não teve comando. Os atos contra os
prédios da Praça dos Três Poderes nasceram do chão. Uma pequena viagem não se
faz sem planejar.
Organizar
ônibus para quatro mil pessoas precisa um grande planejamento? E os acampados
diante dos quarteis faziam o que? Só
rezar para os ETs, com o celular na cabeça?
Tudo isto
gera despesas e que as pagou? Percebe-se
que houve planejamento. Foram encontrados textos. Houve comando, às escondidas.
Houve o terrorismo em Brasília. E o golpe não deu certo.
A
vitória de um ex-aluno, de uma ex-aluna, é sempre motivo de alegria para seus
Professores. Comigo acontece. Gosto de acompanhar suas vitórias.
Quinta
feira, a vitória foi da Professora VÂNIA PONTES, de Ipueiras, com a apresentação de sua tese
de Doutorado. Foi minha aluna de
Literatura Cearense, no Curso de Letras, da UVA.
Graduou-se
ainda em Psicologia e Direito. Fez Mestrado e concluiu o Doutorado. Tem tido
uma brilhante carreira profissional. É Coordenadora Pedagógica no Curso de
Direito da F5, em Sobral.
O tema de sua tese poderá inspirar um bom roteiro para um filme: “IRENE
XIMENES E SUAS NARRATIVAS-Da menina da toca à Antígona do Sertão nordestino”
É ela quem fala de nosso livro PROFESSOR COM PRAZER:
Na
sabatina com o futuro Ministro Cristiano Zanin, percebeu-se o baixo nível de
muitos senadores. Mas se chegaram lá, foram eleitos por outros que também não
pensam.
“Na
sala de aula é que se forma o cidadão. Na sala de aula é que se muda uma
nação”. É o que nos diz a música de Lecy Brandão: Anjos da Guarda.
Quem ganha
com os juros tão elevados? A maioria ou uma minoria? É justo? A direita só olha
para os próprios interesses. “A paz é
obra da Justiça”.
Na última quinta feira, no MINUTO PELA EDUCAÇÃO, demos continuidade a uma rápida conversa sobre o Círculo de Cultura, criação de Paulo Freire para trabalhos em pequenos grupos.
A exibição acontece no programa Setorial de Saúde, conduzido pelo comunicador Antônio Ibiapino, no canal TV HBR, de Luiz Regadas.
Logo mais à tarde, estaremos em São Luís do Maranhão revendo muitos amigos com quem convivemos por 20 anos. De 1972 a 1992.
Aproveitamos o período em que ali se realiza um dos melhores festejos juninos do Brasil. Tem como característica fundamental as apresentações de grupos de Bumba-Meu-Boi.
Na capital funcionam 400 arraiais juninos, em todos os bairros. O mais importante é que as principais atrações são locais.
Aqui uma amostra de um grupo de Bumba-Meu-Boi do município de Axixá. Sua característica é a presença de Orquestra.
No último
16/06 - sexta feira, imediatamente após a Oitava da Festa do Corpo de Deus, - a
Igreja celebrou uma Solenidade em honra do Sagrado Coração de Jesus que é
festejada desde 1675, com base no mais profundo AMOR, como princípio, meio e
fim. É a devoção mais do que tricentenária em que somos convidados a renovar
nossos sentimentos e respeito por Jesus, manifestados, concretamente, na
vivência do seu amor na família, na Igreja Doméstica, na partilha do pão, na
alegria de celebrar a Eucaristia e vivenciá-la na Comunidade. Estamos
acomodando ainda ao calendário do Mês de Junho, para não deixar tão importante
data em branco, já que preenchemos todos os fins de semana com reflexões
apropriadas e inesquecíveis, mesmo acumulando dois assuntos num mesmo dia.
Antes mesmo
de Jesus aparecer a Santa Margarida Maria de Alacoque, em 1675, já tínhamos nos
Evangelhos, fortes motivos e profundas razões que justificassem tal devoção,
por exemplo, o gesto de São João, o
discípulo amado de Jesus, encostando a cabeça no lado do Seu Coração na última
ceia (Jo.13, 23); e na cruz, onde o
soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (Jo.19, 34).
São exemplos
e argumentos dados pelo Evangelho que nos ajudam a entender o apelo de Jesus,
feito mais tarde a Santa Margarida Maria:
“eis este
Coração que tanto tem amado os homens. Não recebo da maior parte, senão
ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios e indiferenças... Eis que te
peço: ‘que a primeira sexta feira depois da Oitava do SS Sacramento’ (o
Corpus Christi – foi no dia 08/06) seja dedicada a uma Festa Especial para
honrar o Meu Coração, comungando neste dia e dando-lhe a devida reparação por
meio de um Ato de Desagravo, para reparar as indignidades que recebeu durante o
tempo em que esteve exposto sobre os altares. Prometo-te que o Meu Coração se
dilatará para derramar com abundância as influências de Seu Divino Amor sobre
os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada”.
Diante disso,
Santa Margarida Maria, uma jovem religiosa da Ordem da Visitação – a
contragosto de alguns - se sentiu na obrigação de espalhar pelo mundo, a
devoção ao Sagrado Coração de Jesus, ofendido pela ingratidão dos homens. Ela
não temeu a incompreensão ou o descrédito de ninguém. Sua campanha foi coroada
pela aceitação da Igreja que a canonizou em 1920 e que tem seu dia litúrgico
festejado no dia 16 de outubro.
Depois de
quase 210 anos do Aparecimento da Devoção ao Sagrado Coração de Jesus, em 1884
surgiu um novo movimento de restauração e divulgação dos pedidos de Jesus a
Santa Margarida. Padres de um Colégio Jesuíta, na França estimularam seus
alunos de filosofia e teologia a fazerem algum apostolado. Já que eles não
podiam celebrar sacramentos, pregar a palavra, ou algum apostolado direto no
meio do povo, que fizessem um trabalho apostólico pelo exemplo, pela oração, a
começarem pela divulgação de um livro de autoria de um dos Padres, chamado de Apostolado da Oração.
O livro recebeu logo a aprovação do superior
geral da Ordem dos Jesuítas, que conseguiu a bênção do Papa Pio IX, que
autorizou se espalhasse logo, todo o embasamento teológico da obra que renovava
os princípios e a continuidade da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, agora
acrescentada do trabalho do Apostolado da Oração. Para divulgar tudo,
começou a circular no mundo a revista Mensageiro do Coração de Jesuseditada
em toda língua.
No Brasil, o A.O. entrou,
inicialmente, por Pernambuco, em 1867, e de 1888 em diante se espalhou por todo
o país com muita projeção nacional, e sempre despertando muita fé e muito amor
à Eucaristia.
Começou-se a
espalhar também aqui, o que já se ensinava por todo o mundo. Conforme os Estatutos Gerais, o Apostolado da
Oração seria “a união dos fiéis que, por meio do oferecimento cotidiano de
si mesmos, se juntam ao Sacrifício Eucarístico, no qual se exerce,
continuamente, a obra de nossa redenção e, desta forma, pela união vital de
Cristo – da qual depende a fecundidade apostólica – colaboram na salvação do
mundo”.
Divulgavam-se
também as Promessas do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria, com as
próprias palavras de Jesus:
a)Eu lhes darei todas as graças necessárias para o seu ministério.
b)Eu darei paz à sua família.
c)Eu as consolarei em todas as suas aflições.
d)Eu lhes serei um refúgio seguro durante a vida e sobretudo na
morte.
e)Lançarei inúmeras bênçãos sobre todos os seus empreendimentos.
f)Pecadores terão em meu coração: fonte e oceano de misericórdia.
g)As almas tíbias, mornas, frias na fé, tornar-se-ão fervorosas.
h)As almas fervorosas se elevarão a uma grande perfeição.
i)Abençoarei as casas onde for fixada a imagem do meu Coração.
Com tais orientações provenientes da vontade do
próprio Coração de Jesus, o Apostolado da Oração se propõe a ser no mundo todo:
“um caminho para a santidade, a partir do
oferecimento diário, que transforma nossa vida e nos coloca em comunhão
universal de preces pela força do Espírito Santo que habita em nossos corações
e nos impele a vivenciar os mesmos sentimentos do Coração de Jesus, para que,
alimentados e modelados por Ele na Eucaristia e reconciliados por Ele pelo
sacramento da Penitencia ou Confissão possamos colocar-nos, plenamente, de
coração inteiro, a seu serviço e a serviço da Igreja, a exemplo de Maria, para
que seu reino venha a nós, hoje, amanhã e sempre”.
O Evangelho da Missa do Coração de
Jesus, do dia 16 p.p. foi tirado de Mt 11,25-30, que me sugeriu a seguinte
reflexão: depois das Solenidades dePentecostes, Santíssima Trindade, Corpus Christi, nada mais natural do
que celebrar uma Festa ao Sagrado Coração de Jesus para conectar todas elas.
Giram em torno do Mistério
Trinitário e de Sua infinita misericórdia. Se os textos das celebrações
anteriores se fecharam nas revelações das Festas do Reino, agora o Coração de
Jesus se abre em louvores: os pobres, simples e humildes, são capazes de
compreender e acolher a vontade de Deus. Os pretensamente, sábios e justos se
fecham a Ele. Conhecer e amar o Pai é o grande dom oferecido pelo Filho.
Jesus, então, percebe que só os
pequeninos são capazes disso e quer acolhê-los e refazê-los de seu cansaço. O
fardo é símbolo dos sofrimentos e das labutas da vida. O jugo fala das
prescrições infindáveis da lei. Os entendidos colocam fardos sobre os outros,
mas não se dispõem a carregá-los, nem mesmo com o dedo mínimo. O jugo de Jesus
é suave e seu fardo é leve. Ele é o Mestre da mansidão e da misericórdia. É
isso que brota do seu Coração, símbolo da inteireza do seu ser. Como não dar espaço pr’uma reflexão desta?
Na página 150 deste nosso livro PROFESSOR COM PRAZER – Vivência
e Convivência na Sala de Aula está uma reflexão da Professora VANESSA
NOBRE, do município de e Forquilha. Ali, emite a sua opinião sobre as
nossas aulas no Curso de Letras da UVA. Ela era nossa aluna na disciplina
Literatura Cearense.
Em momentos de recordações escreveu sobre Relações Humanas na Sala de
Aula:
“Na sexta, pra lembrar esta experiência única que teve como ápice a
publicação de um artigo no livro Professor com prazer, do queridíssimo Leunam
Gomes.
Numa escrita despretensiosa e reflexiva, destaco a importância das
relações humanas na formação de bons profissionais. A princípio, pode parecer
óbvio, mas a minha porta de entrada na Psicologia se deu exatamente na
consolidação da boa relação com os meus alunos. Percebê-los como sujeitos
imbuídos de significações, vivências, sentimentos e emoções diversas foi
elementar para que eu pudesse compreendê-los melhor.
Em grande medida. o trabalho em equipe é benéfico e traz à tona a
ansiedade, a angústia, o mal-entendido, as divergências, as cobranças e o choro
como descarga da sobrecarga.
Superar nosso egocentrismo é como dar um soco no narcisismo. É
reconhecer que não precisamos dar conta de tudo, tampouco saber sobre tudo.
A romantização dos sacrifícios em prol de atingir um ideal de perfeição
inexistente e a constante busca por validação e aprovação externa nos faz
acreditar na falácia de que somos o centro do universo.
A verdade é que somos como um grão de areia em meio a toda essa
imensidão, dividindo espaço com bilhões de pessoas. É exatamente isso que nos
humaniza.”
A seguir, publicamos o seu texto que está no livro, com este título:
Crescimento como Profissional e Ser Humano
“Confesso que até então não
dava a devida importância à literatura local. A carga horária da disciplina era
reduzida e o tempo, muito corrido. Mas ao mergulhar no universo da Literatura
Cearense (Mais tarde pude reforçar nas aulas de Tópicos Especiais) foi uma
experiência única. Ver o Ceará como berço de grandes escritores que
contribuíram com nossa cultura, bem como conhecer melhor os autores e as obras
através de aulas dinâmicas foi muito proveitoso para minha vivência acadêmica,
além de contribuir para meu crescimento como profissional e ser humano”.
Vanessa Nobre, de Forquilha – Ceará, Graduada em Letras pela
Universidade Estadual Vale do Acaraú, Professora de Língua Portuguesa,
Literatura e Redação pela rede municipal da cidade de Sobral- CE. Graduanda em Psicologia (FLF)
“VOCÊS BRASILEIROS SÃO DESTRUIDORES DE HERÓIS”Edição de 17 de junho
Muitas notícias que não são publicadas nos veículos tradicionais – TVs,
Rádios e Jornais- estão no ICL NOTICIAS que pode ser acessado pelo Youtube, das
08 às 10,30h.
ICL é o Instituto Conhecimento Liberta que oferece uma série de cursos,
à distância, de grande importância para a formação profissional. Com um pequeno
valor mensal, acesso a mais de cem cursos.
É muito importante estar bem-informado para pode decidir melhor. “Quem
não sabe é como quem não vê”, como diz a sabedoria popular.
Trump revela trama dos EUA para golpe na Venezuela: "nós iríamos
tomá-la e pegar todo o petróleo". É assim que age a direita. Toma dos mais
pobres para ficar mais rica.
E os idiotas ficam crucificando a Venezuela como se aquele país passasse
por dificuldades por vontade própria. Mais do que nunca, é preciso aprender a
pensar, antes de aceitar informações e repeti-las.
Por que brasileiro não ganham Prêmio Nobel? 'vou
responder sua pergunta. Vocês brasileiros são destruidores de heróis.' Foi o
que ouviu o Fundador e ex-Presidente da EMBRAER Ozires Silva.
Destruidores de Heróis - Uma explicação no mínimo surpreendente surgiu há poucos
dias e veio de um jantar entre um brasileiro e três membros do comitê responsável
pela indicação dos Prêmios Nobel. É bom ouvir
a história.
Esta visão pode ser
observada em quase todos os lugares. Basta alguém elogiar um conterrâneo, logo
aparece um para desqualifica-lo.
Normalmente, as críticas
partem de pessoas frustradas que não conseguem afirmar-se na comunidade e, por
inveja, tentam desfazer os méritos dos outros.
Sobre mim, que recebi da
Câmara Municipal a Medalha José Maria Melo, a maior honraria do município de Guaraciaba do Norte, um conterrâneo,
para me desqualificar, disse “nunca sentou um tijolo aqui”.
Meu pai não era homem de
estudos, mas demonstrava muita satisfação quando sabia que um conterrâneo havia
passado no vestibular. Gostava de divulgar a boa notícia entre os amigos.
A propósito, na família,
está chegando mais uma profissional da saúde. Trata-se Alana Gomes Furtado, filha de Rejane
e Porfirio Carvalho. Formou-se em Medicina pelo INTA.
É
neta da Tia Dolores Gomes Furtado e de Franscisco Soares Furtado, já falecidos.
O casal teve muito empenho no estudo dos filhos. Um deles foi o Padre Luiz
Gonzaga, falecido há um ano.
Na
foto, Alana com o Deputado Oscar Rodrigues, Chanceler do UNINTA, Seus pais
Porfírio e Rejane. Parabéns pela grande conquista.
A
propósito, o nosso conterrâneo Fred Carvalho vem alcançando sempre mais sucesso
em suas exibições nas noite de Fortaleza, com o seu repertório de bom gosto.
Está
sempre acompanhado de bons músicos e sempre tem convites para eventos. Fred é filho
de Fransquinha e Salustiano Carvalho, de Guaraciaba do Norte.
Seus
pais prestaram importantes serviços ao município. Ele na Secretaria da
Prefeitura Municipal. Ela na Educação. Em momentos de muitas carências de
recursos humanos qualificados.
Quando
ocupei a função de Secretário de Educação em Guaraciaba do Norte, em 1993, na
gestão de Antônio Marques, não havia professores graduados no ensino municipal.
Quando muito, o nível médio.
Realizamos
Seminários com a população para discutir uma questão fundamental: Por que, de
cada cem crianças que entram nas classes de Alfabetização, apenas 16 chegam à
quarta série?
Os
resultados dos Seminários, que reuniam 50 pessoas em cada um, foram
fundamentais para ajudar a mudar, completamente, a situação. Cada sugestão foi,
cuidadosamente, estudada.
É
mais fácil acertar, numa gestão pública, quando se ouve a população. Aliás, é a
população quem paga a conta. Quem é
arrogante e não sabe ouvir, não conquista o respeito do povo.
Na família, todo fim de
semana tem uma festa. Ontem, o motivo era o aniversário da Nizinha (Eny), casada
com o Max Fialho.
Todas as quintas feiras,
às 21 horas, tenho participado do Programa Setorial de Saúde pelo canal da TV H
BR, sob o comando do comunicador Luiz Regadas.
O Programa é conduzido
pelo radialista Antônio Ibiapina que me convidou para fazer UM MINUTO PELA
EDUCAÇÃO. Aliás, os temas Saúde e Educação estão sempre juntos.
Nesta quinta, o meu
comentário foi sobre formas de conduzir reuniões em que se deve ter muito
cuidado em valorizar as presenças dos que saíram de casa para participar.
O COMENTÁRIODA SEMANA,
feito aqui pelo Mons. Assis Rocha é uma verdadeira aula, especialmente para
quem é Pregador da Palavra de Deus.
Uma linguagem simples,
como deve ser, para que as pessoas entendam. Lamentavelmente, muitos pregadores
juntam várias palavras e pouco dizem.
Meus 04 últimos Comentários se detiveram mais sobre temas
Litúrgicos, de certo modo, mais difíceis de compreensão, por envolverem
mistérios da fé cristã, tais como, Solenidades: da Ascensão do Senhor, do
Pentecostes, da SS Trindade e do Corpo de Deus. Para aqueles leitores que põem
em dúvida meu modo social de pensar ou minha ideologia política, podem até descobrir
na expressão da minha fé, algum ponto de contato com a sua, pelo que, agradeço.
Hoje eu
quero trazer assuntos mais amenos, na esperança de podermos encontrar mais pontos
de união entre nós, do que divergentes. Vou falar de santos da nossa Igreja,
que nos deram testemunhos com suas vidas e com seus ensinamentos, até pela
animação de nossas vidas e do nosso folclore.
Aconteceu nestes dias, em muitas comunidades eclesiais - desde
o 1º de Junho, encerrando-se na terça feira, 13 - o novenário ou trezenário, em
honra de Santo Antônio, “insigne
pregador” – como diz a oração de sua Missa -viandante do Evangelho,
comunicador da Palavra, caminhante incansável ou missionário itinerante, só
comparável a São Paulo, a São Francisco Xavier ou, aqui entre nós, ao Venerável,
Pe. Ibiapina, pelas centenas de milhares de km. percorridos. É o 1º dos Santos
Folclóricos Juninos, que festejamos no último dia 13, seguindo-se-lhe S. João,
que celebraremos no próximo sábado, dia 24, mas o homenagearemos logo hoje, e a
São Pedro, que este lembraremos sábado seguinte, 1º de Julho, véspera da
Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo.
Santo
Antônio comunicava, com tanta veemência, a Palavra de Deus, e se destacava
tanto pela denúncia do erro e do pecado, que era chamado de “martelo dos hereges” como cantamos na
Ladainha em sua homenagem. Nada melhor
do que um Santo desses, para dar fundamentação e base para quem quer fazer uma
Pastoral voltada para a verdade e para a denúncia do pecado. Santo Antônio nos
serve de guia e modelo para realizar também a nossa missão, sem nenhum medo de
anunciar a verdade e denunciar a injustiça, como já nos mandava o Senhor Jesus.
Nasceu em Lisboa aos 15 de Agosto de 1.195 e foi
registrado e batizado com o nome de Fernando Martini Bulhões. Pai rico,
poderoso, chefe político – fora até Governador de Lisboa – criou o filho no
luxo, nas regalias e mordomias que os melhores colégios portugueses podiam
oferecer aos ‘filhinhos de papai’.
Para
completar sua requintada formação, foi interno no Convento dos Frades
Agostinianos que, àquela época, era o que havia de melhor para quem pudesse
pagar os estudos, concluindo tudo na famosa Universidade de Coimbra em 1219,
com 24 anos de idade. Entrou na ordem de Sto. Agostinho, da qual participavam
os nobres, os ricos ou os maiorais da época e se tornou sacerdote, recebendo o
nome de Cônego Fernando, como são tratados até hoje, os frades e freiras
Agostinianos. Como outras ordens religiosas similares são chamados de “frades maiores”.
Contemporaneamente,
na Itália, Francisco de Assis, que tinha tudo para ser um “frade maior”, porque
era de família nobre e rica, funda uma ordem religiosa, voltada para os
plebeus, os pobres ou os Menores, para dar exemplo de simplicidade e de pobreza
no meio dos irmãos mais necessitados. Eram os “frades menores”. Viviam de esmolas e de muito sacrifício, usavam
roupas surradas e velhas e se espalharam pela Europa, chegando também a
Portugal.
Pediam
ajuda no rico Convento dos Padres Agostinianos, em Lisboa e impressionavam o
porteiro, Côn. Fernando, pelo testemunho de fé que davam.
Cônego Fernando começou a pensar na possibilidade de
abandonar seu rico Convento e deixar de ser um Frade Maior, para viver o
espírito de pobreza de São Francisco, tornando-se um Frade Menor. E assim o
fez.
Em 1220,
deixou tudo e passou a ser um “irmãozinho” pobre franciscano, recebendo o nome
de Frei Antônio de Lisboa. Apesar de querer catequizar a África, para onde foi
enviado por primeiro, adoeceu e voltou para se curar e ficando na própria
Europa, especialmente para a França e Itália, onde converteu inúmeros hereges e
infiéis.
Frei
Antônio ficou tão famoso em Pádua, onde morreu aos 13 de Junho de 1231 que,
além de ser chamado Santo Antônio de Lisboa, chama-se também Santo Antônio de
Pádua, onde é venerado e invocado por todos.
Para nós
do Brasil, a Festa de Santo Antônio teria que se revestir da “roupagem” que
dávamos a outras “festividades” que usávamos para lucrar: páscoa, dia das mães,
mês das noivas, dia dos pais, natal... Porque não “um dia dos namorados”? Que
teríamos nós com o Dia de São Valentim a 14 de fevereiro, lá pela Europa ou nos
EEUU? Santo Antônio, não é para nós o Santo Casamenteiro? Por que não, no dia
12 de junho, véspera de sua Festa Litúrgica, não trocarmos uns “presentinhos”
com nossas namoradas? Quem sabe, até os casais mais antigos se rejuvenesceriam
e presenteavam-se?!
Queremos
juntar logo a esta reflexão sobre St. Antônio, a homenagem a São João, outro
grande santo junino, festejado pelo nosso folclore sertanejo, no próximo sábado,
dia 24 de junho.
Sua mensagem nos chegou pelo seu modo de ser, de falar, de vestir, de se
apresentar ao público e, sobretudo de tomar posição ética e política diante do
adultério do Rei Herodes.
De sua infância, nada se sabe. Só aparece aos 30 anos, chamando muito, a
atenção de todos, pela vestimenta de couro de camelo, pelo alimento de
gafanhoto com mel, e por percorrer toda a região do Jordão, pregando um batismo
de arrependimento para remissão dos pecados.
Falava, comunicava ou transmitia uma mensagem, dizendo que depois
dele viria alguém muito mais poderoso, de quem não era digno de lhe desatar
a correia das sandálias. Era, realmente, a voz que clamava no deserto.
Pelas respostas que João dava a seus interlocutores, a vinda de Jesus
traria também uma mensagem política, ética e justa, com fortes implicações
sociais: quem tem duas túnicas, dê uma a quem não tem, e quem tem o que
comer, faça o mesmo. Não exijais mais do que vos foi ordenado. Não pratiqueis a
violência, nem roubeis a ninguém. Contentai-vos com o vosso salário. Raça de víboras.
Fazei penitência, pois está próximo o reino de Deus.
Assim como ele enfrentou o próprio Rei, reclamando de seu comportamento
moral e foi levado à prisão, assim também devemos ter coragem de reclamar pelo
erro de quem quer que seja, visando uma mudança na comunidade. Muitas pessoas
têm medo de imitá-lo e até, metem medo em quem tem coragem de denunciar
injustiças, falcatruas e outros erros. Ele saiu na frente. Era realmente “o
precursor”. Perguntavam até se ele não era o Cristo. Ele dizia que não, mas
queria que Cristo crescesse e ele diminuísse.
Jesus ouviu dizer que João fora preso devido sua ousadia em denunciar o
adultério do Rei. Saiu então de Nazaré e foi pra Cafarnaum, onde começou a
pregar, usando o mesmo linguajar de J. Batista: “fazei penitência, pois o reino
de Deus está próximo”. E mais um elogio do maior comunicador do mundo: “entre
os filhos das mulheres, não surgiu outro maior que João Batista”.
A RESPONSABILIDADE DE EMPRESAS
QUE VIOLARAM OS DIREITOS HUMANOS DURANTE A DITADURA Edição de 10 de junho
A Escola Espaço da Música,
de Sobral, onde sou aluno à distância, está passando por uma importante
reforma que oferecerá melhores condições
para alunos e professores.
A opção de aprender teclado ou
piano à distância tem sido muito positiva. É claro que o aluno precisa possuir
um instrumento para a sua prática.
Além do aprendizado, é um bom
momento de lazer, aprendendo a tocar as músicas da própria preferência. Tenho
tido bons resultados, por puro desejo pessoal.
Aniversariando hoje o Dr. Jonas
Marinho Araújo, um pioneiro na Otorrinolaringologia no Ceará. Foi casado com Maria
Tereza Barreto Cavalcante Marinho Araújo, falecida em 2021.
Pais dos médicos: Marcelo (in
memoriam), Jonas filho, Judith e Juliana e da Professora Universitária Ana
Tereza.
O aniversário é dele, mas toda a família Barreto Cavalcante e agregados está feliz. Dr. Jonas é um ponto de apoio para todos.
O Parlamento de Uganda, na
África, aprovou um controverso projeto de lei antigay
que torna atos homossexuais puníveis com prisão
perpétua e até morte.
Naturalmente, os organismos de
Direitos Humanos tomarão alguma providência com tal posição tão absurda, produto
de preconceito. Ninguém escolhe a orientação sexual.
Ninguém nasce homem ou mulher
por decisão pessoal, dos pais, dos médicos ou de qualquer intervenção humana. Como
ninguém escolhe os próprios pais.
A terrível lei de Uganda já
foi sancionada pelo Presidente do país, no dia 29 de maio. Trata-se de uma das
mais duras leis do mundo contra a comunidade gay. É desumana.
Excelente iniciativa do
Governo do Maranhão para divulgar os festejos juninos. No aeroporto, os
passageiros são recebidos por animadíssimo grupos de Bumba-Meu-Boi.
Antecipadamente, já imagino o
que sentiremos no próximo dia 24, quando, mais uma vez iremos rever de perto, as
festas mais características do Maranhão.
São mais de 400 arraiais juninos
espalhados por todos os bairros da capital maranhense. Interessante é que todas
as atrações são locais e muito animadas. Aí está uma amostra. (Clique na seta e ouça)
É interessante o quanto os
adversários do Presidente Lula criticam a indicação do Dr. Cristiano Zanin para
o STF. Precisaria pedir licença ou sugestão à Globo?
Além de o Presidente ouvir
seus assessores mais próximos, ninguém melhor do que ele para aferir a competência
e o compromisso de seu Advogado para a função.
O Presidente anterior escolheu
Ministros “terrivelmente evangélicos” para o STF. Que critério é este? E os sabichões aceitaram, mansamente.
O novo Conselheiro da Comissão
Especial Wanda Sidou Francisco Gomes Câmara, do Ministério Público, compartilhou
conosco um documento de alta relevância.
Trata-se de: do Projeto A
responsabilidade de empresas por violações de direitos durante a ditadura
Lá estão: Aracruz, Cobrasma, CSN,
Docas, Fiat, Folha de S. Paulo, Itaipu, Josapar, Paranapanema e Petrobras. Um informe público.
Publicação da Universidade
Federal de São Paulo – Unifesp; Pró-Reitoria de Extensão e Cultura-Proec,
Centro de Antropologia e Arqueologia Forense-CAAF/Unifesp
Universidade Federal de São
Paulo – Unifesp - Pró-Reitoria de Extensão e Cultura – Proec - Centro de
Antropologia e Arqueologia Forense -CAAF/Unifesp
Uma iniciativa louvável do
município de Guaraciaba do Norte é oferta de cursos para funcionários de hotéis,
restaurantes e pousadas. Relevante contribuição ao turismo.
Na realidade não se pode
esperar boa qualidade de serviços de hotelaria se os funcionários não são,
cuidadosamente, preparados.
A maioria nunca se hospedou em
hotéis e, comumente, não são frequenta restaurantes. O que fazem é por pura intuição.
O Turismo é a vocação da Ibiapaba.
Semanalmente, participo, às quintas feiras, do Programa Setorial de Saúde, as 21h na TV HBR, do Comunicador Luiz Regadas, via youtube. Este foi o comentário de 8 de junho.
Na semana entre 21 e 28 de Maio - respectivamente,
Solenidades da Ascensão do Senhor e Pentecostes – dedicamos nosso Comentário à
Semana da Unidade dos Cristãos, num desejo ilimitado de Jesus de que sua Igreja
seja una, como Ele e o Pai o são.
Justificávamos tal desejo na busca constante de todas as
pessoas de boa vontade, do conhecimento de sua realidade social, religiosa,
econômica, cultural, política, que é a realidade de todas as pessoas, independente
de sua cor partidária, da pele ou social.
Apesar deste desejo de Jesus, ainda somos muito desunidos.
Longe de sermos uniformes, devemos ser unidos, e isto não é fácil. Sobretudo,
quando nos posicionamos, sob o ponto de vista político, social e filosófico.
Até os temas religiosos, catequéticos, bíblicos que o
sacerdote expõe em suas homilias é criticado por vários que se acham muito entendidos.
Domingo passado, dia 04, celebramos a Festa à SS Trindade e
já comentamos sobre Ela. Quinta Feira, dia 08, solenizamos a Festa do Corpo
de Deus, motivando todos a adorarem, publicamente, o Corpo e o Sangue de
Cristo, no Dia Santo de Guarda, em homenagem ao Milagre da
Transubstanciação.
Feito por Jesus, uma única vez, na última ceia e repetido
pelos seus presbíteros, para sempre, “até
a consumação dos séculos”. “Tomai e comei. Isto é o meu corpo. Tomai e
bebei. Este é o cálice do meu sangue. Fazei isso em memória de mim”. Aí
estava instaurado “o milagre da transubstanciação”, isto é, o pão e o vinho perderiam
a própria força, a própria substância, para receber em si, a “substância de
Jesus”. “Isso é impossível aos homens? A Deus não o é”. Está fechada a questão.
Isto aconteceu no ano 33 da era cristã, antes de Sua morte.
Mesmo ano em que ressuscitou, subiu ao céu, enviou o Espírito Santo e fundou a
Igreja. Faz 1990 anos que tudo isto se deu. Somadas as datas, dá o ano em que
nos encontramos: 2023. Não se pode duvidar. É uma conta simples de matemática.
O que dificulta para entender isto, é a nossa falta de fé.
Até o século XIII a Igreja celebrava a Eucaristia,
“recordava a memória de Jesus”, levava ao povo a mensagem da “comunhão”,
da vida comunitária, mantinha Jesus, preso ao Sacrário, o povo O via na
celebração da Santa Missa, nas exposições do Santíssimo, mas não O encontrava
nas vias públicas, não manifestava sua alegria em vê-Lo, não enfeitava as ruas
para que Ele passasse.
Jesus havia ficado conosco pela instituição da Eucaristia,
mas era conservado tão “oculto” quanto lá longe, junto ao Pai e ao Espírito
Santo, antes da Encarnação e depois de Sua Ascensão ao Céu.
O próprio Jesus quis fazer-se presente através de inúmeras
ocasiões, além das celebrações eucarísticas, sobretudo nos constantes, famosos
e históricos “milagres eucarísticos”, tão divulgados pelo mundo e reconhecidos
como verdadeiros, que levou o Papa Urbano IV a criar a Solenidade do Corpo de
Deus, a ser celebrada na 5ª Feira após a Festa da SS. Trindade, todos os anos, “para testemunhar, publicamente, a adoração
e veneração da Santíssima Eucaristia”.
Isto se deu através da Bula “Transiturus de hoc mundo” de 11 de agosto de 1264. Faz, portanto,
759 anos que se celebra, publicamente, o “tão
sublime sacramento” de uma maneira mais próxima do povo, caminhando pelas
nossas ruas, avenidas, praças, logradouros e de passagem pelas portas de nossas
casas, como já o fizemos anteontem, 5ª Feira.
É claro: todos merecemos vê-Lo de perto, falar com Ele,
pedir-Lhe uma graça e saudá-Lo como Aquele que veio para nos unirmos em
Comunhão.
Trouxemos a nossa reflexão hoje – dois dias após a
Solenidade - por causa de sua importância para o conhecimento de todos e para
não passar em branco, uma data tão fundamental para nossa vivência cristã.
É tão importante esta Festa que o Código de Direito
Canônico, em seu Cânon 395 recomenda – extensivamente aos Párocos - que “o Bispo não se ausente da Diocese neste dia,
dada a extraordinária solenidade em honra do Corpo do Senhor” e o Concílio
de Trento, no século XVI, “oficializou as
Procissões Eucarísticas como Ação de Graças pelo dom supremo da Eucaristia e
como manifestação pública de fé na presença real de Cristo na Hóstia Consagrada”.
Certamente, todos se lembram da celebração. Por ser um Dia Santo de Guarda
por certo muitos deram feriado em suas atividades.
O que se espera é que, mesmo sem a participação presencial,
todos tenham celebrado, virtualmente, com muita fé e entusiasmo, a Festa do
Corpo de Deus, neste dia 08 de Junho, de nossas casas, seguindo a orientação da
Paróquia, com todo o respeito que a Eucaristia merece e lembrando-nos que a
Comunhão só deverá ser recebida, embora espiritualmente, quando a gente está,
verdadeiramente, na graça de Deus: sem pecado.
No mínimo, que se reze o Ato de Contrição, com um propósito
firme de não voltar a pecar, até aparecer uma oportunidade favorável à recepção
do Sacramento da Reconciliação, com um Sacerdote. É o nosso reconhecimento ao
Senhor pela sua doação generosa e completa a favor de nossa salvação.
A Solenidade dos Santíssimos “Corpo e Sangue de Cristo” é a
demonstração pública de nossa fé e a nossa gratidão pela dádiva da Eucaristia.
É nossa correspondência ao Convite do Senhor que nos chama a tomar parte na
Refeição Maior ou no Banquete do Reino: de sua vida e de sua misericórdia.
Diz a sabedoria popular que “há males que nos trazem um bem” ou que “Deus escreve certo por linhas tortas”. A Covid nos levou a refletir
nessas máximas para descobrir o ‘bem’ e ‘acertar o passo correto na vida’.
Adorar o
Corpo de Deus não é simplesmente uma devoção. É a busca, a aceitação, a certeza,
a prova da verdadeira fé no Sacramento do Amor.