GANHAM COM A GUERRA OS FABRICANTES E VENDEDORES DE
ARMAS E MUNIÇÕES!
O que uma guerra pode construir de bom? É como a pandemia que o Brasil viveu com o COVID e o descaso dos governantes da época.
Como refazer tudo que a guerra tem destruído do ponto de vista físico. Do ponto de vista humano, não há como recuperar famílias destruídas.
Há um calendário de protestos pelo Brasil contra o genocídio que Israel vem praticando contra o povo palestino na Palestina. Em Fortaleza (CE), está marcada para hoje, às 17 horas, Concentração na Estátua de Iracema na Praia de Iracema.
Em Icapuí, acontecerá o XI Acampamento Latino-Americano
da Juventude, de 17 a 19 de novembro. Um momento de muitas reflexões, arte,
cultura e integração.
O evento acontecerá na Praia de Tremembé. Com um grupo de especialistas, participaremos da VIVÊNCIA PEDAGÓGICA – Educação Libertadora de Paulo Freire, Democracia e Juventude.
Estaremos lá: Ruth Cavalcante, Margarete Sampaio, Luiz Osvaldo e eu para conduzir o Momento da Vivência Pedagógica. Será uma experiência muito interessante.
Revendo meus arquivos, descobri que no dia 30 de outubro ultimo completaram-se 52 anos que a ditadura me demitiu do MEB – Movimento de Educação de Base.
Naquele tempo, aos olhos dos poderosos da época, era considerado subversão querer e fazer Alfabetização de Adultos. Era o nosso trabalho, com carteira assinada.
Dávamos aula por meio da Rádio Assunção Cearense, num programa de meia hora, chamado A ESCOLA EM SUA CASA. Éramos ouvidos por mais de 300 grupos organizados na zona rural.
Nossa área de abrangência correspondia à da Arquidiocese de Fortaleza. Todas as dioceses tinham uma emissora de Rádio com o objetivo de alfabetizar adultos.
Fomos demitidos José Maria Moreira e eu, em Fortaleza. Maria Tereza, em Crateús e toda a equipe técnica nacional, sediada no Rio de Janeiro.
Em sinal de protesto por aquela atitude ditatorial, o Bispo de Crateús, Dom João Batista Fragoso, determinou o fechamento do MEB em sua diocese.
Como havia, naquele ano, representado o MEB num Seminário Internacional de Teleducação, em Bogotá, fui trabalhar na TV Educativa do Maranhão.
Foi a primeira TV a implantar o Ensino Fundamental. Era uma metodologia sensacional, com ênfase na participação dos alunos.
Eram 20 minutos de aula na TV e 25 de debate entre os alunos, sob a coordenação de um Orientador de Aprendizagem.
Anos depois, como Secretário de Educação em Guaraciaba do Norte, implantamos o Telensino, com as fitas gravadas. Era o jeito de levar o Ensino Fundamental ao interior. Foi uma excelente experiência.
O jornalista Eliomar de Lima reativará o seu Blog, a partir de segunda, dia 6, com muitas informações interessantes. A informação anterior que aqui estava foi um equívoco. Desculpem.
Trata-se de um profissional de muita credibilidade, já premiado e destacado por suas posições em defesa dos direitos humano. Aqui, ele fala para o comunicador Luiz Regadas sobre noticias falsas.
São comoventes os depoimentos dos brasileiros que
retornam da guerra, trazidos pelo governo brasileiro. Se fosse aquele outro,
não teriam esta chance.
O governo de lá também não gosta de jornalistas. Mais de 40 já morreram praticamente, transmitindo os últimos momentos de si mesmos.
Só quem ganha com a guerra são os fabricantes e vendedores de armas e munições. Já imaginaram quantos
Nesta semana, encerramos a nossa conversa sobre o Processo de Comunicação, no programa MINUTO DA EDUCAÇÃO do Setorial de Saúde, da TV HBR
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