sábado, 30 de março de 2024

COLUNA PRIMEIRO PLANO

 

 

Edição de 30/03/24

Autoridades tentam evitar que facções lancem candidatos e impeçam eleitores de votar”  foi a manchete de O POVO, no dia 26 de março.

Será que nas eleições anteriores o povo já não os elegeu? Há eleitos que estão fazendo vergonham ao legislativo em todos os níveis.

 Há deputados estaduais, federais e senadores que fazem vergonha pelo conteúdo e pela forma de expressar suas ideias. Nunca estivemos tão mal representados.

Lucineide, minha ex-colega de trabalho na Secretaria de Educação de Guaraciaba do Norte, nos anos 60, muito feliz ao celebrar o aniversário de seu  companheiro Cleto.

 Disse o Presidente da República: “Em 2024, o Governo Federal terá como foco, entre suas iniciativas fundamentais, no âmbito da promoção da equidade na educação, o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos e o PDDE Equidade”.

 Seria muito bom que as Secretaria municipais de Educação voltassem suas atenções pra o analfabetismo de jovens e Adultos. Muitas turmas estão fechadas.

 Há uma falta de motivação decorrente da falta de atenção que tem merecido. Para a EJA vai o que sobra. Vão os professores que estão “encostados”.

 A EJA precisa de valorização. Professores capacitados e comprometidos. Que acreditam no que fazem. Os alunos de EJA  querem atenção, motivação e respeito.

 O que digo é por experiência própria. No município do Graça, em 2017 realizamos um trabalho de sucesso. Os alunos eram encantados com a sala de aula. Não faltavam aula.

 São mais de 9 milhões de pessoas não alfabetizadas e mais de 70 milhões de pessoas que não concluíram a educação básica.

Tivemos o prazer, Myrtes e eu, de ter um encontro com o amigo Luan Lima, de Croatá, agora na Marinha Brasileira, no condição de Sargento Músico.                                                            

Está de passagem por Fortaleza a caminho de Belém, depois Estados Unidos e Europa. Passagem por vários países. A viagem é um navio Escola da Marinha.

 Luan Lima fez parte das primeiras turmas da Orquestra Filarmônica Estrelas da Serra que fez a primeira a histórica apresentação em Fortaleza, onde foi descoberta e adotada pela Guanabara.

TRES PEQUENAS ÁRVORES: 


Uma filmagem de Helder Melo deu-me a oportunidade de rever o Escorrega o famoso rio de nossa infância, em Guaraciaba do Norte.  Mexe com a alma.

 A propósito, a cidade recebeu uma significativa obra, com a inauguração do Mercado das Confecções. Um minishopping que envaidece a todos.

 A Semana Santa  nos trouxe a Fortaleza uma grande presente. Um reencontro com uma casal que foi nosso padrinho de casamento, em 1974, em São Luís.

 Um momento de muitas emoções reencontrar os Compadre Janete, José Maria e suas filhas Thelma, a afilhada, e Gabriela, no Hotel Beira Mar, em Fortaleza. 50 anos de recordações.

 Residem em  Teresina onde comanda a DALLAS  COMUNICAÇÕES, um empresa de publicidade de muita credibilidade e muito sucesso.

Recebi do Instituto Paulo Freire esta mensagem dos Professores Ângela Antunes e Moacir Gadotti e tenho o prazer de compartilhar com os nossos leitores.


leunamgomes@hotmail.com
PROGRAME-SE PARA O PRIMEIRO DE ABRIL ÀS 18h.






 
         









O COMENTÁRIO DA SEMANA

 

Vivam este            momento lindo...

Com a Celebração da Vigília Pascal, na noite deste Sábado, 30/03, e de todo o Domingo, 31, estamos festejando a Ressurreição de Jesus, por toda esta Semana, chamada da Oitava da Páscoa, que vai até o dia 07/04, como se fosse um Domingão Só: apenas Um Dia, por causa da importância que tem a Ressurreição de Jesus para o Mundo. Você pode até não estar feliz assim, mas um cristão de verdade, está contente. Tem a garantia da própria salvação.

 Confirmou tudo o que lhe foi ensinado pela tradição cristã: que Jesus, o Filho de Deus, nasceu, viveu entre nós por 33 anos, foi vigiado, perseguido, assassinado, sepultado e, ao terceiro dia, ressuscitou para garantir-nos também a nossa Ressurreição.

Você tem dúvida a respeito disso? Aproveite deste Tempo Pascal, que vai ainda em frente, por 50 dias, até a Festa de Pentecostes, dia 19 de Maio, para ouvir a Catequese da Igreja, mostrando os caminhos da conversão e você não diga: “nunca ouvi falar nisso” e perda a oportunidade de ser evangelizado.

Neste primeiro momento, ser-nos-á lembrado que Jesus apareceu, sempre no 1º dia da Semana. É aquela impressão de que tudo ia acontecendo como se fosse num único dia: um domingão. Era uma alegria que não tinha fim.

 

Ao participar das celebrações, você vai ouvindo e conferindo na Liturgia diária, nas leituras, nos cantos, nas reflexões do Pároco aquilo que nos deve orientar para nos tornar um bom cristão. Se eu digo “nunca ter ouvido falar nisso”, não será por desinteresse de minha parte? Será que não está na hora de cuidar mais de nossa vida interior?

Não é só no tempo da Páscoa. Mesmo fora dela, qualquer Missa celebra a vida, os ensinamentos, a morte e a ressurreição de Jesus. Depois do Pentecostes, voltamos a celebrar o Tempo Comum, da sétima semana em diante, até o último domingo do ano, na Festa de Cristo Rei, e a motivação é sempre a mesma: celebrar vida, sofrimento, morte e ressurreição de Jesus.

 O fato é que, o mundo está precisando voltar-se mais para Deus.

 As desculpas que encontramos para nos afastar de Deus ou da Igreja (pandemia, mosquitos, dengue, infidelidades, não gostar do padre) tudo deve ser relevado, quando a gente tem fé. Temos que retornar à confiança em Deus. Temos que ver os bons exemplos dados pela instituição e pelas pessoas cristãs muito mais, pelo exemplo, do que pelas muitas palavras ou os muitos sermões que pudessem ter feito. Usamos os mais variados Meios de Comunicação – Radio, Televisão e as mais diversas formas de Redes Sociais - para penetrar em suas residências ou locais de trabalho, a fim de transmitir, pessoalmente, uma mensagem de esperança e de salvação. 

 

Quando falamos do “preceito pascal” – “confessar-se, ao menos, uma vez por ano” e “comungar pela páscoa da ressurreição” – parece estarmos falando de algo do passado, sem valor nenhum agora, porque o mundo está afastado do sentido de pecado e de reconciliação. Infelizmente não são muitos os que buscam o sacramento da Confissão e não são muitos os Padres que dão tempo, em seu ministério, para exercerem a função de confessor.

Tenho certeza de que a Igreja Católica, a começar do Papa Francisco, deu uma mensagem, mais pelo exemplo, do que pelos sermões feitos. Sua presença constante na Praça e na Basílica de São Pedro, às vezes, sozinho, naqueles imensos espaços, sem a presença do povo, serviu de muita reflexão e fez o povo pensar muito no recado que o silencio e o sofrimento podem dar.

Não estão mais em uso, as “Confissões Comunitárias” e até o povo já se estava acostumando com elas, sobretudo após o Concílio Vaticano II. Os Papas pós-conciliares começaram a pôr os pingos nos “is” e a exigirem como forma de reconciliação com Deus, a confissão e absolvição individuais, embora tenham deixado uma brecha na norma, para ser levada em consideração: “os iminentes – perigos de morte” ou, o que é mais comum, “a falta de sacerdotes, suficientes para atenderem a grande massa de população”.

Em todos os recantos do mundo, o tempo para realizar o “preceito pascal” de que falamos acima, será durante “esta semana da oitava da páscoa” que está iniciando. Aqui no Brasil, essa prática se prolonga até a Festa de Pentecostes – 19 de Maio - exatamente por que nós temos poucos padres, nossas extensões territoriais são muito grandes e o nosso povo deixa tudo pra depois ou para a última hora. Daí, o nosso “tempo pascal” também ser maior.

Vamos aproveitá-lo bem. Vamos organizar as páscoas coletivas de Colégios, Universidades e de outros grupos para melhor satisfazer aos fiéis nesse momento vivido pela Igreja. A nossa Pastoral da Comunicação – presente em muitas de nossas Paroquias - unida às Pastorais da Educação e da Cultura vai-se interessar para que o Tempo da Páscoa seja mais bem vivido por todos. Que a alegria da Páscoa chegue a todos nós e que permaneçamos com ela; não pelo “ovo” ou pelo “chocolate”, mas pela fé e pela alegria de poder ressuscitar com Jesus, como vitória sobre a morte.

 O ensinamento que recebemos desde o início da Igreja foi para vivermos em Comunidade. Unidos. Observem o texto dos Atos dos Apóstolos na Missa de amanhã: “Pedro tomou a palavra e disse: Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda parte fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele. Nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz, mas Deus o ressuscitou no 3º dia”. Este testemunho de Pedro deve ser o nosso testemunho. Esta fé de Pedro deve ser a nossa fé. Ouçam isto amanhã.

Também no Evangelho de amanhã começa a série de narrativas das aparições de Jesus, todas no 1º dia da Semana, de Domingo a Domingo, isto é, na Semana da Oitava da Páscoa, como eu dizia no início deste comentário: seria como que um domingão só.

O Evangelho de S. João do dia 07/04, fim da Oitava da Páscoa, mostra, claramente, o nexo ou a ligação dos dois domingos, ao iniciar, dizendo: “ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: a paz esteja convosco”. Instituiu – pela invocação do Espírito Santo - o Sacramento da Penitencia ou Confissão, mas Tomé não estava presente; nem acreditou quando os outros discípulos lhe falaram sobre a aparição. O texto de São João continua: oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles”. Jesus saudou a todos e dirigiu-se logo a Tomé, dizendo-lhe: “põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel. Tomé respondeu: meu Senhor e meu Deus! Jesus lhe disse: acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto”. Observe-se que o versículo 19, iniciando a narrativa de São João: “no 1º dia da semana” e o versículo 26, dando continuidade à narrativa: “oito dias depois” mostram-nos a interligação de todos os dias da semana da oitava da páscoa como se se tratasse de um dia só, um domingão festivo, comemorativo da Festa da Ressurreição do Senhor. Sem dúvida, repito, foi o maior acontecimento da humanidade. “Vivam este momento lindo”...

                            BORDADOS PEDAGÓGICOS DA                                                     PROFESSORA NAZARÉ ANTERO










sábado, 23 de março de 2024

COLUNA PRIMEIRO PLANO

 

1º DE ABRIL: HOMENAGEM AOS QUE LUTARAM PELA DEMOCRACIA   

                                                           EDIÇÃO DE 23 DE ABRIL

Os leites em caixa estão piorando a cada semana. Em casa, fizemos experiências com várias marcas, em cada semana. Todas mostram o leite coalhado, depois de fervido.

Mesmo observando, as datas de validade. A quem reclamar? Estar indo e voltando aos supermercados para mostrar leite estragado, não compensa. Vamos ao leite em pó.

Gostaria muito de não receber mensagens de “Bom dia” com aquelas vozes empostadas, artificiais que parecem sair de um túmulo.  Basta uma voz normal.

O papa Francisco está dizendo algo muito importante para este período da Semana Santa em que muitos se entregam a sacrifícios.

Diz o Papa que  de nada vale a pessoa abster-se de carne, fazer penitência e não falar com as pessoas. Intrigam-se até com pessoas da família.  Muito com a Bíblia na mão.

Vale a pena ler o Comentário da Semana, escrito aqui no Blog pelo Monsenhor Assis Rocha, com a experiência dos seus 82 anos de vida e mais de 50 de sacerdote.

Incrível ver a foto dos governadores de Goiás e São Paulo, sorrindo, ao lado do grande matador de Israel Benjamin Netanyahu. Parece até uma confraternização!.  

É uma foto que  está envergonhando os goianos, os paulistas e todos os brasileiros. Nunca se viu tanta falta de sensibilidade. Ou a direita festeja a morte?

No dia 1º de abril, no Sindicato dos Bancários, às 18,30h haverá uma grande manifestação a propósito dos 60 anos do golpe de 64.

Serão prestadas homenagens a todos os que lutaram pela redemocratização do país e por causa de suas lutas foram perseguidos, presos, torturados, mortos e desaparecidos.

É lamentável que muitos mais jovens que não conhecem a história ainda vão às ruas pedindo a volta do regime militar.

Um fato é que todos aqueles que sofreram prisões e torturas conduzem, até o fim da vida as lembranças dolorosas daqueles momentos.

Há 135 anos ANTONIO BEZERRA recebeu uma missão do Governo do Ceará: conhecer a região norte. Os resultados estão em NOTAS DE VIAGEM

A leitura não é fácil em virtude da impressão tipográfica do livro. Composição manual, letra por letra. Imaginem o trabalho. Mas vale a pena.

É um registro histórico importante. Pela Serra Grande, fez todo o percurso a cavalo, demorando em cada lugar e anotando o que achava importante.

Em Guaraciaba do Norte, então denominado Campo Grande, entrou pelo Sitio Garrancho onde se encantou com os plantios variados e com os engenhos.

Na saída para o Ipu, passou pelo sitio Tamboatá onde viu a mais bela construção da Serra Grande: O casarão do Tamboatá que nunca foi casa de escravos.

Breve pretendo reproduzir, aqui no Blog, o texto de Antônio Bezerra, em sua passagem por Campo Grande, hoje Guaraciaba do Norte. Vale a pena conhecer. Ele ficou encantado com a região.

A propósito, hoje está sendo inaugurado o Mercado das Confecções, uma grande obra da gestão municipal que abrirá boas oportunidades para comercialização da produção local.

Na minha conversa semanal no Programa SETORIAL DE SAÚDE, na TV H BR, falei sobre Educação e Saúde. Aí a gravação. Basta clicar na setinha.



Na Sessão da Comissão Nacional de Anistia de que faz parte, o Dr. Marcelo Uchoa registrou o falecimento do Professor, Escritor e Teatrólogo OSVALD BARROSO.

Tive a oportunidade de participar do lançamento de seu livro Risco Vermelho em que ele escreveu: “Aos amigos Leunam e Myrtes, um risco que todos nós corremos. Com todo carinho, Osvald Barroso”    

                                                                                                                          É um momento de grande pesar para a arte e para a cultura cearense. Com a sua arte, Osvald Barroso fez desavio à ditadura e foi preso em nome da democracia. O velório está sendo no Teatro José de Alencar.







O COMENTÁRIO DA SEMANA

 

A RESSURREIÇÃO            DE JESUS

Neste final de semana, estamos terminando o Tempo da Quaresma, e no Domingo, amanhã, dia 24 de Março, já iniciaremos a SEMANA SANTA, ocasião em que o Mundo Cristão recorda, mais intensamente, os ensinamentos, o sofrimento, a morte e a Ressurreição de Jesus Cristo.

Todos os anos, a Igreja Católica nos prepara para a celebração desses acontecimentos, durante os 40 dias que os antecedem, no Tempo Litúrgico, que chamamos de QUARESMA. Estamos vivenciando, exatamente, o seu final.

Neste Domingo, dia 24, iniciaremos a SEMANA SANTA, recordando a entrada triunfal de Jesus, em Jerusalém, aclamado pelo Povo, como Rei, com ovações, hosanas ao Filho de Davi e outras aclamações àquele que vem em nome do Senhor. É o festivo dia chamado Domingo de Ramos.

Jesus não estava enganado quando recebeu aquelas homenagens. Ele sabia que aquele povo, com as mesmas mãos que Lhe davam flores, também Lhe haveriam de apedrejar.

As mesmas bocas que cantavam: “bendito o que vem em nome do Senhor”, haveriam de gritar: “crucifica-O”, troca-O por Barrabás. A partir deste Domingo, vamos recordar, concretamente, a Vida, os Ensinamentos, a Paixão, a morte e, sobretudo, a Ressurreição de Jesus.

É a Ressurreição de Jesus que O faz alguém diferente dos outros.

É a Ressurreição de Jesus que justifica toda a nossa vida: as celebrações que fazemos, as pastorais da Igreja, o Ecumenismo que buscamos, os trabalhos comunitários e a certeza de que tem outra vida além dessa. Caso contrário, São Paulo não teria afirmado: “se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé”.É por causa da Ressurreição de Jesus, que celebramos a SEMANA SANTA, a partir deste Domingo, dia 24, até o Domingo seguinte: 31 de Março.

Sobretudo, de Quinta feira, 28/03, em diante, as celebrações serão mais intensas, e haverá uma ligação maior com a presença física de Jesus no Mundo, e sua permanência conosco, mesmo depois que Ele voltou para o Pai.

Ele voltou para junto do Pai e do Espírito Santo, mas ficou conosco, para sempre, através de sua presença real, no Sacramento da Eucaristia.

Conforme a tradição da Igreja, celebraremos na Quinta feira Santa, dia 28, pela manhã, o Aniversário do Sacerdócio de Jesus Cristo, em todas as Igrejas Catedrais do Mundo: os Senhores Bispos Diocesanos, todos os Padres da Diocese, religiosos e representantes das várias Paróquias, concelebrando e festejando essa data, benzendo os Santos Óleos.

Na tarde da mesma Quinta feira Santa, 28 de Março, todos os Padres estarão em suas Paróquias, celebrando com suas Comunidades, o Aniversário de fundação da Eucaristia. São dois Sacramentos que aniversariam ao mesmo tempo: o da Ordem, e o da Eucaristia, porque um depende do outro.

Depois da celebração do final da tarde da quinta-feira santa, 28, a Igreja entra num clima de preparação para os acontecimentos da Sexta-feira Santa, 29, com adorações, promovidas por Grupos que se revezam até a madrugada, em todas as Paróquias, para se unirem, mais intimamente á morte de Jesus.

Essa atitude de oração e respeito perdura por toda a sexta-feira, 28, até a véspera do Sábado, em união com a morte de Jesus. Não se faz farra, nem festas profanas, mas se aproveita o dia inteiro, da Sexta e do Sábado Santo – como já se deve ter feito durante a Quaresma - para fazer uma boa confissão, para uma consequente comunhão pascal, e assim satisfazer, no mínimo, o preceito da confissão anual e da comunhão pela Páscoa da Ressurreição.

A celebração no fim da tarde da Sexta Feira Santa não será uma Missa. É a rememoração da Morte do Senhor, com Leituras Bíblicas, apropriadas, com várias Orações nas intenções da Igreja, com a Veneração da Santa Cruz e com a Comunhão dos Fiéis, com hóstias consagradas na Quinta feira Santa.

Em muitos lugares se faz ainda, uma grande Procissão, com uma estátua do Senhor morto, e se encerra o dia mais triste da Semana Santa, embora na esperança de celebrar, com alegria, a Ressurreição, na madrugada do Sábado para o Domingo: de 30 para 31 de Março.

Durante todo o dia de Sábado, nada se faz na Igreja, a não ser continuar com as confissões para, à noitinha, começar a celebração da Vigília Pascal. Inicia-se com a bênção do fogo, entrada do Círio Pascal na Igreja, Canto de Louvor à LUZ DE CRISTO, e continuada pelas Leituras do Antigo Testamento, referentes à Páscoa dos Judeus, Orações e Leituras do Novo Testamento, já falando sobre a nossa Páscoa Cristã. Irrompe-se o Canto do Glória, soam sinos e campainhas e a Festa está feita.

Antes da Leitura do Evangelho, entoa-se a tão esperada ALELUIA, que já significa a Celebração da Ressurreição de Jesus. Depois do Sermão, faz-se a Bênção da água que será usada na Pia Batismal durante todo o ano, batizam-se alguns pagãos, preparados para a celebração, faz-se a Renovação das Promessas do Batismo e se abençoa todo o povo presente à celebração, aspergindo-o com a nova água benta.

O povo, assim renovado, alegre e transformado pela graça de Deus, é convidado a se unir a toda a Igreja, para celebrar a FESTA DA PÁSCOA.É o maior acontecimento da humanidade que se celebra. É a certeza de que ninguém morre mais. É a garantia de que há outra vida, após esta.

Muitos não pensam assim, nem estão preocupados com salvação, nem com a alma, nem com a vida eterna. Sempre aproveitei as Missas de Exéquias para refletir sobre o texto do Livro do Apocalipse, 21,4 que diz: “Deus enxugará toda lágrima de seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem choro, nem dor, porque passou o que havia antes. Aquele que está sentado no trono diz: eis que faço novas todas as coisas”. Eu acredito. E você?

Outros não acreditam na Ressurreição. Dizem que a alma é imortal, mas não para viver no Céu, eternamente. Ela é imortal porque sai de um corpo que morre, para um outro que nasce, e assim se vai, reencarnando, sucessivamente. E nisso, está sua imortalidade.

É para aprofundarmos nossa fé, que nos estamos preparando desde a Quarta-feira de Cinzas, isto é, desde o início da Quaresma, para celebrarmos o maior acontecimento da humanidade: a RESSURREIÇÃO DE JESUS.

Infelizmente, os cerca de 08 bilhões de habitantes do mundo não têm essa certeza. Somente um terço desta população é de cristãos, somando-se todos os católicos, ortodoxos e protestantes. Temos que espalhar essa Verdade da Morte e da Ressurreição por todos os recantos do Mundo.

Agora que estamos no começo. Mais de dois terços da Humanidade têm que ser Evangelizados, a fim de que se cumpra aquele desejo de Jesus: “para que haja um só rebanho e um só pastor” com uma Páscoa definitiva para todos. Que todos acreditemos nisto e tenhamos uma feliz e santa Páscoa.











sábado, 16 de março de 2024

COLUNA PRIMEIRO PLANO

 

REVOLUÇÃO NA EDUCAÇÃO SE FARÁ COM PAULO FREIRE

Edição 16 de março

Com a modernização das comunicações, as ligações para telefones fixos pioraram muito. Raramente, alguém consegue uma ligação. E não há mais lista de números.

 Telefones não chamam. Quando chamam, não há quem atenda ou há sempre uma voz com uma justificativas. As pessoas preferem o celular.

 Há um medo de trotes. E o pior é que não há a quem pedir socorro pois não se sabe  se é da TIM, ou da Claro, ou é da OI.  Cadê a tecnologia? Só se recorre ao celular.

 Os telefones fixos só servem para gerar uma renda para alguma destas empresas. São baixas as taxas, é verdade, mas ainda são milhões de fixos.

 Dia primeiro de abril está prevista uma grande programação para marcar o dia uma data que o Brasil jamais deve esquecer para nunca mais repetir: o dia do golpe.

 O evento está previsto para o Sindicato dos Bancários, um local simbólico das lutas contra a ditadura.

 Dia 27 de março, na Casa Amarela – UFC, às 18,30h será a exibição do filme SUBVERSIVOS. Entrada Franca. Depoimentos de 18 cearenses:

 Adauto Bezerra, Aloísio Lorscheider, Ângelo Rattacaso Jr., Auto Filho, Blanchard Girão, Estar Barroso, Fabiani Cunha, João de Paula, Maria do Carmo Serra Azul, Mário Albuquerque, Messias Pontes, Nildes Alencar, Pádua Barroso, Pedro Albuquerque, Rosa da Fonseca, Tarcísio Leitão, Themístocles de Castro e Silva e Torres de Melo.

 Documentário de Felipe Barroso, seguido de debate com David Oliveira (professor da UFC) e Nelson Campos (historiador e ex-preso político). Mediação: Leunam Gomes, Presidente da Comissão Especial Wanda Sidou – Anistia.

 O Delegado Cavalcante , do PL Ce.,  que ameaçou resolver “na bala” a derrota do Bolsonaro, teve o seu mandato cassado. Imaginava que vivíamos ainda o período da ditadura. Está inelegível por 8 anos.

 Precisamos estar atentos aos políticos que respeitam a democracia. Só assim poderemos ir mudando, para melhor,  os candidatos.

 Vivemos exatamente o momento de fazer uma renovação nos quadros políticos. Devemos votar em candidatos que apresentam princípios e que tenham coerência . O que dizem devem corresponder ao que fazem.

 Jamais use a expressão “maiores informações”. Não há menores informações. É como dizer MEU ÓCULOS.  As Óticas Boris cometem este erro em suas propagandas.

 Aliás, acho que as Academias de Letras podiam dar boas colaborações sugerindo correções nos atentados ao idioma.

 O ex-presidente, admirador do torturador Ustra, assinou Medida Provisória para remunerar duas filhas daqueles sanguinário com  salário de Marechal.

 A maior revolução na Educação não se fará apenas com capacitação de Professores em Português e Matemática. O melhor mesmo seria estudar e aplicar as ideias de Paulo Freire.

 O exercício constante do diálogo e da participação dos alunos na sala de aula seria o melhor caminho para mudanças na Educação.

 Ao trabalho em grupo na discussão de conteúdos produz aproximação e intercâmbio entre os alunos. Os resultados são fundamentais.

 Não conseguimos resultados diferentes, adotando, as mesmas metodologias de muitos anos atrás. O diálogo é resultado do exercício constante da participação.

 Estamos felizes com a vitória de Davi Hermes, ganhador do troféu Mirante 2024/categoria esportes aquáticos, em São Luís. Pela segunda vez consecutiva. Agora irá para a Hungria como um dos representantes do Brasil.

 Após o Jornal Nacional, de ontem para hoje, muita gente não conseguiu dormir. Jamais imaginaram os “ex poderosos” que tudo viesse ao conhecimento geral.

 É provável que muitos tenham passado a noite ajoelhados diante de pneus ou até procurado alguma borracharia, diante da gravidade da situação.








O COMENTÁRIO DA SEMANA

 

    AÇÃO CATÓLICA:              VER, JULGAR E AGIR!

Com a 4ª Feira de Cinzas e o 1º Dom. da Quaresma - iniciávamos também, a 60ª Campanha da Fraternidade, que se celebra no calendário litúrgico da Igreja, como preparação próxima à vitória de Jesus sobre a morte, na Festa da Páscoa. Temos contado e recontado essa história, sempre lembrando a reflexão feita, nos últimos 60 anos, sobre temas atuais, nem sempre bem entendidos e aceitos por expressiva parte da população, embora a Igreja permaneça com eles, como está fazendo agora. Não podemos parar ou desistir.

             Já dissemos o Tema e Lema deste ano – Fraternidade e Amizade Social e Vós sois todos irmãos e irmãs – que queremos aprofundá-los melhor neste Comentário do 5º Domingo da Quaresma, já que, no próximo dia 24, já é o Domingo de Ramos, início da Semana Santa. O dia 31, já é a Festa da Páscoa.

           A Campanha da Fraternidade continua sendo o nosso “modo brasileiro” de celebrar a quaresma. É uma campanha de evangelização. Quer alcançar o coração dos cristãos, fazendo-lhes retornar ao coração do Evangelho.

 Este ano de 2024 está marcando os 60 anos da instituição oficial da C.F. em todo o Brasil, com o Tema “amizade social”, fundamentado na Encíclica Fratelli Tutti do Papa Francisco, publicada em Outubro de 2020, onde ele apresenta “seu projeto de fraternidade baseado na amizade social e no amor político, tendo o diálogo como caminho necessário para a cultura do encontro”.

 Ao escrever a Encíclica Fratelli Tutti, o Papa se inspirou em S. Francisco de Assis que, como um ‘irmão universal’ e ‘sem fronteiras’ contribuiu com a Igreja e a sociedade do seu tempo a entender a fraternidade e a amizade social tão bem sentidas e vividas por São Francisco, que se considerava, “irmão do sol, do mar e do vento, unindo-se aos que eram de sua própria carne. Semeou paz por toda parte e andou junto dos pobres, abandonados, descartados e doentes, enfim, dos últimos”.

Com esta inspiração e com a reflexão a partir de numerosas cartas e documentos recebidos de pessoas e grupos de todo o mundo, o Papa nos diz que

“amizade social é AMOR: amor que ultrapassa as barreiras da geografia e do espaço; uma fraternidade aberta que permite reconhecer, valorizar e amar todas as pessoas. Um amor desejoso de abraçar a todos; disposto a comunicar com a vida, o amor de Deus e viver livre de todo o desejo de domínio sobre os outros... que se estende para além das fronteiras para todo ser vivo. É o amor que rompe as cadeias que nos isolam e separam, lançando pontes que permitem construir a grande família que entende de compaixão e dignidade".

 Graças a Deus eu sou um dos sobreviventes que conheci a C.F. quando ela nascia na Província do Rio Grande do Norte, iniciando pela Arquidiocese de Natal e se estendendo pelas duas outras Dioceses sufragâneas: Mossoró e Caicó. Espalhou-se depois por mais 16 Dioceses do Nordeste e invadiu o País.

 Não entendemos por que, depois de 60 anos, ainda há pessoas da Igreja hierárquica e grupos de leigos “mais católicos do que o Papa”, que se opõem, radicalmente, contra a C.F., ou contrárias à Doutrina Social da Igreja e tentam desfazer os trabalhos pastorais, os documentos pontifícios, que parecem não ter recebido a menor orientação para levarem adiante aquele trabalho.

 Há poucos dias, um sobrinho meu me enviou uma mensagem de um sacerdote, presidindo uma Missa e pregando, abertamente, contra a catequese do Papa e de “certos padres que o seguem”. Eu me incluo no meio. Como não seguir a minha Igreja? Não foi ela quem me formou e me fez seu discípulo? As C.F. não são para serem levadas a sério? Temas e Lemas são facultativos?

 Francisco continua a dizer que “amizade social é uma Vocação instituída para nos tornar uma comunidade feita de irmãos que se acolhem e se cuidam, mutuamente”. O que tem de errado nisso? Não é amor?

 Certa vez, em Pernambuco, alguém me indagava: “porque você fala tanto em amor, se Padre nem casa”? Pela “bobagem” da pergunta, entendi bem o que ela tinha na cabeça. É que o amor nos coloca em tensão com a comunhão universal. O amor exige uma progressiva abertura, uma maior capacidade de acolher os outros em uma aventura sem fim, que faz convergir todas as periferias rumo a um sentido pleno de mútua pertença. Não é sem razão que Jesus disse em Mateus 23,8: ‘todos vós sois irmãos’. Por acaso é mentira?

 Não seria hipocrisia da Igreja, em quase dois mil anos, nos enganando? Ela, que nos diz ser “verdade, a Palavra de Deus”? Que, nas Quaresmas anteriores às Campanhas da Fraternidade, já nos preparava para a Páscoa, até encontrar “um modo brasileiro de celebrar a quaresma”, como disse acima?

           Não seria mais difícil abandonar preconceitos, reformular conceitos e lavar a alma, a mente e o coração, isto é, “converter-se”, do que mortificar o corpo, mudar a maneira de se alimentar, sacrificar-se fisicamente, para, depois da Quaresma, continuar tudo como era antes? Aceitar uma nova maneira de viver a Quaresma é muito mais difícil do que vivenciá-la à moda antiga. O que mudava em nós, com as quaresmas de antigamente? Que conversão existia?

           Tinha-se muito mais vontade que o tempo quaresmal findasse, para que a gente continuasse tudo como era antes. Nada mudava. Isso é conversão?

           Graças à Ação Católica, no Brasil, instituída pelo Cardeal Sebastião Leme, em 1935, começamos a seguir o esquema, sempre adotado no mundo, do Ver, Julgar e Agir, que se foi adaptando a todos os trabalhos pastorais, inclusive nas iniciantes CNBB e Campanha da Fraternidade. Em qualquer setor de Igreja, aprendemos a revisar:

  VENDO a realidade, como insinua Gn 4,9: “onde está teu irmão”?                                                          JULGANDO ou iluminando a vida fraterna: “vós sois todos irmãos ou irmãs” Mt 23,8 e                        AGINDO na busca de soluções conjuntas (Is. 54,2) “alarga o espaço de tua tenda”.

 Para seguir estes passos, requer-se espírito de conversão pessoal, comunitária e social, acolhendo a proposta de construir a cultura do encontro, no caminho da amizade social, que só acontece no diálogo e na escuta.

       Sem este entendimento, sem ter acompanhado assim, a catequese feita nas C.F., sem se ter ligado nestes últimos 60 anos “à maneira brasileira de celebrar a quaresma” e sem nunca se ter tocado para viver os passos da Ação Católica para revisar seu trabalho pastoral, é difícil entender tudo de uma vez e começar a participar de outro modo. E para quem está nessa situação, é exigir mais do que alguém absorveu. Significa dizer que o nosso trabalho, o serviço que fizemos nos últimos anos não “converteu” a maioria. Daí, as críticas feitas.

 A solução é ‘fechar pra balanço’? ‘não tem mais jeito’? ‘É tarde demais’?

A Igreja, como Deus, é paciente. Espera. Ainda apela para a “Amizade”, como dom de Deus. Para o “Diálogo”, a construção do bem comum. A “escuta” na acolha do outro e ainda lembra São Francisco, lá no século XII, “escutando a voz de Deus, dos pobres, do enfermo, da natureza”, transformando tudo isso em um estilo de vida, que o Papa ainda deseja, “cresça em todos os corações”.

 Há 15 dias, comentando estes Tema e Lema, citei o Hino da C.F. – cujo refrão resume toda esta reflexão, que lhe repito agora:

                                                                  Vós sois todos irmãos e irmãs/

 É palavra de Cristo, o Senhor/

Pois a fraternidade humana/

Deve ser conversão e valor/

Seja este um tempo propício/

Para abrir-nos enfim, ao amor.

BORDADOS PEDAGÓGICOS DA PROFESSORA NAZARÉ ANTERO

sábado, 9 de março de 2024

 

Dia 27 de março apresentação do filme SUBVERSIVOS

Edição de 09 de março

Desde o dia 5 de março, o magistério municipal do município do Graça está de luto. Faleceu, repentinamente, a Professora Marisa Rodrigues de Oliveira.

Uma competente Professora de Português, de grande sensibilidade artística. Era a principal decoradora da cidade.

Tive o privilégio de trabalhar com ela e Verinha Azevedo na equipe de EJA, onde foi realizado uma ação pedagógica que entusiasmava a todos os alunos. 

Sobre ela, escreveu Verinha Azevedo:

Minha amiga querida, irmã como você me chamava. Ainda sem acreditar que você não está mais conosco. Que você se foi. Marisa, você era um ser especial, único, que percebia no outro sempre seu melhor lado. Só quem a conhecia sabe o quanto o servir era sua marca maior, sendo capaz de dividir tudo que era seu com o próximo. Agradeço a Deus todos os anos de companheirismo e amizade verdadeira. Sua fé em Deus, transcendia a todos, pois suas orações eram constantes, sempre pedindo e rezando por todos. Sua alegria de viver era contagiante, pois mesmo passando por tantos obstáculos nunca perdia a esperança. Deus e a virgem Maria, esteja recebendo essa filha querida no céu.

Pelo milagre da tecnologia, tive a oportunidade de reencontrar ontem um casal excepcional. Somos amigos há mais de 50 anos. Foram nosso padrinhos de casamento: Zemaria e Janete;

E Myrtes e eu somo padrinhos da primogênita Telma Melo. A família mora em Teresina onde comanda a Dallas Comunicação e Publicidade.

No dia 14 de abril completam-se 60 da interrupção do Programa Nacional de Alfabetização, encomendado pelo Presidente João Goulart a Paulo  Freire.

 Se, em 40 horas, Paulo Freire, com seu método, alfabetizou 800 cortadores de cana, em Angicos, RN, imagine-se aplicado a todo o país.

 Mas ditadura sempre é contra o conhecimento, a cultura, a educação popular. Qualquer município, com decisão, poderá acabar com o analfabetismo de jovens e adultos.

 No município do Graça, na região norte do Ceará, em 2017, conseguimos implantar turmas de Alfabetização com o Método de Paulo Freire.  Deu muito certo.

 Os Alfabetizadores compreenderam o Método e o aplicaram bem. Uma prova é que os alunos não gostavam da sexta feira por não ter aula. Era o dia de planejamento das aulas.

 O índice de frequência era altíssimo. O próprio Vice Prefeito, então aluno, afirmava: “Quando dá 5 horas, ninguém me segura, vou para casa, tomo banho e vou para a aula.”.

 Se os municípios e, especialmente, as Secretaria de Educação, conhecessem, de fato, o pensamento e a metodologia de Paulo Freire, tudo seria diferente.  Experimentei e deu muito certo.

 Seria muito importante que os municípios aderissem ao movimento que o Instituto Paulo Freire pretende realizar para relembrar o bloqueio a Paulo Freire pela ditadura de 64.

 A ideia é realizar um Audiência Pública no Congresso Nacional para relembrar o fato e as ideias de Paulo Freire para Alfabetizar Adultos.

 Lamentavelmente, nas campanhas municipais, não se ouve nenhum candidato defender a ideia da Alfabetização de Adultos. A maioria nem tem planos para uma futura gestão.

 No dia 27 de março haverá apresentação do filme SUBVERSIVOS – relatos de cearenses sobre um país sem voz. Local  Casa Amarela (UFC) às 18,30.

 Debatedores: David Oliveira, Nelson Campos, Felipe Barroso, autor. Mediador Leunam Gomes, Presidente da Comissão Especial Wanda Sidou – Anistia.


52 Pesquisadores da UNIFOR estão entre os cientistas mais influentes do mundo. Sete figuram entre os mais citados.

 E dentre eles está a  guaraciabense Professora Doutora ALINE FEITOSA, filha de Socorro e João Alves Feitosa, o Joãozinho, como é conhecido.

 Não é uma surpresa porque a Professora tem sido muito estudiosa e se destaca muito bem entre os colegas.

                                                                                                                                                                                               



     

                                                                           



COLUNA PRIMEIRO PLANO

  LUIZIANE, A CAMINHO DO SENADO, SAI DO PT, MAS APOIARÁ LULA E ELMANO.                                        EDIÇÃO DE 04.04.26            ...