VIVÊNCIA E CONVIVÊNCIA NA SALA DE AULA TAMBÉM É APRENDIZADO
EDIÇÃO de 20 de dezembro
No final de semana passado, estive em dois municípios participando de um Momento Acadêmico com estudantes de Pedagogia do Grupo Nossa Faculdade.
Diante das más notícias divulgadas, recentemente, sobre a violência nas Escolas a instituição saiu na frente e promoveu um Momento Acadêmico para refletir sobre o assunto.
A principal dirigente da instituição é a Professora Doutoranda Muldiane Pedroza. No município de Massapê, a Coordenação é da Professora Socorrinha Gomes, de grande credibilidade no município.
O tema dos dois Momentos foi VIVÊNCIA E CONVIVÊNCIA NA SALA DE AULA que é o subtítulo do meu livro PROFESSOR COM PRAZER.
A metodologia promoveu muita participação e integração entre os universitários. Exatamente da mesma forma que poderão adotar nas suas salas de aula.
Tiveram ainda a oportunidade de manusear um livro de linguagem fácil com assuntos exatamente relacionados à Vivencia e Convivência na Sala de Aula.
Muitos anos não se contiveram e quiseram adquirir um exemplar do livro. A Professora Muldiane sorteou alguns exemplares que tive o prazer de autografar.
Tudo se encerrou com um almoço de confraternização e muitas fotos que guardariam as lembranças daquele momento. Com exercícios, os Professores se sentiram aptos a aplicar em sala de aula
No dia seguinte, domingo, o mesmo aconteceu em Irauçuba onde tudo foi organizado pelo Professor Walmir Rafael, Coordenador local. O mesmo assunto, a mesma metodologia e o grande interesse dos alunos, em número bem maior.
Pergunto-me: Se os advogados dos réus, condenados pela tentativa
de golpe, não conseguiram argumentações para defendê-los, como deputados e
senadores conseguiram?
Os Ministros, com profundos fundamentos das leis, os condenaram e com base na dosimetria estabeleceram as penas compatíveis.
E, ao final das contas, sem estudo nenhum sobre o assunto, só com fundamentos em revanchismos e motivados pelas vinganças, mudaram tudo.
Não deram a mínima atenção às ruas que se manifestaram contra dosimetria e anistia. Agora a palavra será do STF e o veto do Presidente da República.
E as ruas? Os gritos agora deverão ser nominais em cada estado. Os Deputados e senadores que não deram atenção ao povo terão respostas mais diretas e nominais.
Como é possível, crimes contra a democracia receberem o beneplácito de políticos que se elegeram em nome do povo. Acharam pouco o estrago causado.
Naqueles ataques não estavam inocentes e nem velhinhas com bíblias. Nas imagens publicadas e republicadas diversas vezes, não se percebe a presença de uma Bíblia. Era o ódio, ao vivo.
É preciso uma atenção muito grande na escolha dos próximos candidatos a Deputados e Senadores. E, mais ainda, na escolha de Governadores do Estados.
Dois dos mais estridentes defensores dos condenados, Sóstenes e Jordy foram flagrados com a boca na botija. Dinheiro em espécie e em alta quantidade. Sem justificativa.
Recebi do amigo João de Paula Monteiro, uma das mais expressivas lideranças universitárias no tempo da Ditadura, um excelente comentário sobre o nosso livro AD LABOREM – Nossa caminhada profissional.
João de Paula, de Crateús, foi nosso contemporâneo em Sobral, estudando no Colégio Sobralense. Fazíamos sempre o mesmo percurso na ida e volta das férias, na RVC.
O Colégio Sobralense, pertencente à diocese, tinha os mesmos Professores do Seminário. No futebol, éramos sempre os mesmos adversários cordiais.
O Juiz Deltan Dallagnol que se tornou famoso com a invenção e exibição de um Power Point sobre ações do Lula teve que pagar R$146.800,00 de multa.
Ganhou muito dinheiro fazendo palestras com base no falso Power Point. Perdeu o mandato de deputado federal e ainda fugiu do país. Não escapa um.
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