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OS
COMUNICADORES QUE SEMEIAM O ÓDIO, SE
EXIBEM, MAS FAZEM MAL. Edição de 18 de
fevereiro |
Como uma revisão faz falta. Vez por outra caio em
uma. Como não tenho revisor, a tarefa é minha e, consequentemente, o pecado.
Vi, logo na apresentação do livro Pe. JOSÉ PALHANO DE SABÓIA Santo, Semideus ou Cavaleiro do Apocalipse? a palavra PARFISAL em lugar de Parsifal.
Quando é engano, nem tanto, mas quando o erro é por ignorância, dá pena. Quando leio ou ouço alguém dizer: MEU ÓCULOS, dá uma tristeza...
Um equívoco muito comum é usar a expressão “público-alvo”. É linguagem bélica. Quem vai atirar? Significa usar uma linguagem imprópria, inadequada.
Às vezes há pessoas que usam linguajar para se exibir, recorrendo a expressões incorretas, como a insuportável “a nível de...” É a falta da reflexão sobre que vai dizer.
Como se justifica preparar Professores para o reinicio do ano letivo, apenas em Português e Matemática? E as outras disciplinas? Só porque não passarão por avaliação externa?
Que desculpem os inventores dessa moda, mas isto não tem o menor sentido. Os Professores precisam atualizar-se em tudo que que lecionam. Experiência própria.
E os Secretários municipais nada dizem? Acomodam-se com isto ou só trabalham com ordens que lhes chegam de cima? De que adiantam tais ordens?
Locutor de um programa de youtube fez um comentário homofóbico, criticando o Prefeito Adail Machado que dançava numa festa carnavalesca, em Guaraciaba do Norte.
Linguajar chulo e exibicionista para um fato público que revelava apenas uma brincadeira. Adail é um médico competente que jamais faria algo para escandalizar.
Quem filmou e divulgou tinha outras intenções. É A Pistolagem na comunicação? Mesmo adversários, menos radicais, são capazes de compreender a situação.
Qual o objetivo do comentário? É triste quando alguém se prevalece do microfone para semear o ódio, o preconceito. A comunidade que avalie o gestor. Não ele.
É por este tipo de atitude que os crimes têm aumentado. Em vez de atenuar certos comportamentos, o locutor estimula a intriga. Será que ele pode atirar a primeira pedra?
Eu sempre desconfiei de moralistas que se comprazem em apontar os defeitos dos outros. Acham-se acima de todos. Apontar defeitos dos outros não é função de comunicador.
Todas as nossas cidades conhecem exemplos de comunicadores que entraram no ramo de falar mal, estimular intriga. Deram-se mal. Muitos pagam indenizações por acusação indevidas.
Desnutrição: Entre os anos de 2019 e 2022, 177 indígenas da etnia Yanomami morreram nessa situação. Isto significa um aumento de 331%, conforme o DCM.
De fato, em poucos minutos, após seguir os procedimentos indicados, vi a minha nova carteira, no celular. Milagres da tecnologia. Aprendemos todos os dias.
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