LIDERANÇAS ESTUDANTIS DO PASSADO SE REENCONTRAM NA LUTA POR DIAS
MELHORES PARA FORTALEZA.
EDIÇÃO DE 26.10.24
Logo mais, no final da
tarde, em Fortaleza, no cruzamento da Av. Antônio Sales com Rui Barbosa, torcedores
de Evandro Leitão vão comemorar o aniversário de LULA.
Na realidade, o aniversário será amanhã, mas por causa das eleições, a comemoração foi antecipada para hoje. Com certeza, multidões estarão lá.
Ontem aconteceu muita animação no cruzamento democrático de Fortaleza. Desde às 17 horas a multidão se aglomerou naquele local com uma animação indescritível.
É o local de reencontro de muitas pessoas que nos anos de chumbo lutavam por democracia. Ex presos e perseguidos políticos, hoje são pessoas de muito prestígio.
Isto significa que suas lutas, no passado, tinham muito fundamento. Só a ditadura era contrária. Os líderes daquela época eram chamados de subversivos. Mas venceram.
Ali, com Myrtes, reencontramos a Nilma, viúva do
jornalista Messias Pontes. O irmão dele médico e ex-vereador José Maria Pontes,
Deda e outros como Inocêncio Uchoa, Antero e Nazaré. Muita gente boa.
Praticamente, todos os presos e perseguidos pela ditadura tornaram-se liderança respeitadas em suas respectivas áreas de formação profissional.
Já os que preferiram bajular os poderosos, tiveram alguns êxitos apenas passageiros. Não se conhece nenhum grupo apoiador dos militares da época, com destaque.
35 anos da Rádio
Guaraciaba (II): O parque de transmissão da Rádio foi nos altos do bairro Santa
Luzia. Uma grande área conforme as exigências da radiodifusão.
Ali ficavam o transmissor e a torre de transmissão, já sob os cuidados de Antônio do Rádio que acompanhou toda a instalação e, depois, o funcionamento da emissora.
Tive o privilégio de fazer a primeira transmissão, anunciando que a Rádio Guaraciaba estava no ar em fase de teste.
Dali mesmo fui à Sussuanha, à bodega do Luís Teotônio, para comunicar a grande novidade. Logo ele ligou o seu rádio e confirmou. Alegria geral.
O desafio é para os nossos comunicadores: Quem se lembra da programação da Rádio e quem eram os comunicadores?
Lá em Croatá, onde era Secretário de Educação, recebi a visita de um candidato a locutor. Era um jovem todo bem arrumado de uma voz que chamava atenção. Era o Paulo Sérgio. E os outros, quem eram?
No passado, a Igreja tinha um movimento extraordinário de formação de jovens. Era a Ação Católica. O objetivo era envolver os leigos na ação pastoral. E foi um sucesso.
Todos os segmentos estavam envolvidos desde a JAC – Juventude Agrária Católica, JEC, JIC, JOC até a JUC – Juventude Universitária Católica. Dali surgiram inúmeras lideranças.
Vi algumas noticias de um movimento chamado Igreja em Saída. O amigo Lucivaldo deu-me ótimas informações. Espero oportunidade de conhecer melhor.
Observando os requerimentos encaminhados à Comissão de Anistia Wanda Sidou, pelos perseguidos pela ditadura, quase todos os são oriundos da Ação Católica, especialmente de JEC e JUC.
O Mons. Assis Rocha, como sempre, escreve artigos atraentes em seu Comentário da Semana. Fala no artigo de hoje sobre o Padre José Maria Cavalcante.
Com Dom Helder Câmara, o Padre Assis e Zemaria também faziam parte daquele grupo que servia de ponte entre os exilados brasileiros, na Europa, e seus familiares no Brasil.
Vale a penas conhecer a história que o Mons. Assis Rocha, então jovem sacerdote, conta sobre as reuniões natalinas que promoviam na Europa com o exilados.
O João de Paula Monteiro, grande liderança nos seus tempos da UFC, guarda muitos cartas que lhe eram enviadas pelo Padre José Maria Cavalcante.
Tenho impressão de que chegará o tempo em que aquele padre cearense, com Dom Helder, poderá estar nos altares. Motivos não faltam.
Ontem, no debate dos candidatos a prefeito de Fortaleza, o bolsonarista enganchou numa pergunta. Parecia que não havia mais nada no seu “script”, então ficou repetindo.
E o outro aproveitou o tempo para dizer de seus planos que interessavam aos eleitores. Não deu atenção à pergunta que lhe parecia, de fato, sem sentido, para o momento.
Pior mesmo foi a agressão do vereador do PL ao candidato Evandro Leitão. Parecia uma pessoa descontrolada, com palavrões e fazendo ameaças. Referia-se até ao “caixão”.
Como é que se faz uma campanha com base no ódio? Não adianta querer fazer emendas para corrigir as palavras que disse. Pareceu tudo bem planejado. Terá que justificar na justiça.
Vale a pena ouvir o guaraciabense Psicólogo João Batista Bezerra conversando sobre as ações de prevenção sobre o SUICÍDIO. Importante entrevista para Luiz Regadas, na TV ATITUDE POPULAR. (Programa I.) Clique na setinha
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